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Brasil
26/10/2009 - 11h30

PDT pede mandato do deputado Sérgio Brito por trocar partido por PSC

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da Folha Online

O PDT entrou com pedido do mandado do deputado federal Sérgio Brito (PSC-BA) por infidelidade partidária. Brito foi eleito deputado pelo PDT em 2006, mas deixou o partido em setembro sem apresentar justa causa.

O PDT afirma que Brito pediu licença do cargo de deputado logo depois de se filiar ao PSC para assumir o cargo de secretário municipal de Planejamento da Prefeitura de Salvador. O PDT diz que o deputado fez isso "visando exclusivamente seus interesses políticos eleitorais".

A vaga de Brito na Câmara é ocupada pelo suplente Milton Barbosa, do PSC. "Ocorre que o legítimo suplente ao cargo de deputado federal não poderia ter sido do PSC/BA, ainda que este partido tenha integrado a coligação vitoriosa. É que a vaga, por pertencer ao partido pelo qual o deputado federal Sérgio Brito foi eleito, deveria ter sido ocupada, com o seu afastamento, pelos suplentes do PDT, conforme registrado nesta Justiça Eleitoral", sustenta o PDT.

Com informações do TSE

Comentários dos leitores
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
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Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
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Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
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