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Brasil
01/11/2009 - 10h27

Leitor elogia noticiário da Folha sobre eleição

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da Folha de S.Paulo

A pouco menos de um ano das eleições, o leitor da Folha aprova a cobertura que o jornal vem fazendo sobre o assunto.

Pesquisa realizada pelo instituto Datafolha mostra que 61% dos leitores estão acompanhando reportagens e/ou artigos sobre a sucessão presidencial. Destes, 86% dizem que a cobertura do jornal até agora foi ótima ou boa, contra 2% que a consideram ruim ou péssima. Para 12%, ela tem sido regular.

A pesquisa foi feita por telefone, entre os dias 19 e 20 de outubro, com 350 leitores do jornal que moram na Grande São Paulo (capital e região metropolitana). A margem de erro é de cinco pontos percentuais. O leitor avalia que o jornal destina um espaço adequado à cobertura eleitoral: 83% entre os que estão acompanhando o assunto consideram que a cobertura está na "medida certa".

Editoria de Arte/Folha Imagem

O espaço destinado ao tema é considerado menor do que o necessário por 9% dos leitores, e excessivo por 8%. Questionados a respeito de sua intenção de voto para presidente da República, sem que lhes seja apresentada qualquer relação de nomes, 20% respondem espontaneamente que pretendem votar em José Serra (PSDB), atual governador de São Paulo.

Marina Silva, senadora pelo PV do Acre e ex-ministra do Meio Ambiente do governo Lula, aparece com 6%. Está tecnicamente empatada com a pré-candidata do PT, ministra Dilma Rousseff, com 3%. Os resultados entre os leitores diferem dos obtidos em São Paulo na pesquisa Datafolha realizada em agosto, tendo como base toda a população.

Serra, naquela pesquisa, era citado espontaneamente por 8%. Para 75% dos leitores do jornal que acompanham o noticiário eleitoral, a cobertura não está favorecendo nenhum pré candidato. Dilma Rousseff está sendo favorecida na opinião de 8% dos leitores, enquanto 3% consideram que Serra é favorecido pela cobertura do jornal. Para 85% dos leitores, a cobertura não prejudica nenhuma das candidaturas.

Governo Lula

A cobertura em relação ao governo Lula é considerada "crítica na medida certa" por 68% dos entrevistados e "menos crítica que o necessário" por 17% deles. Para 48% dos leitores, a gestão de Lula é ótima ou boa. Entre a população paulistana, essa era a avaliação de 60% das pessoas em agosto, segundo o Datafolha.

A maioria dos leitores (66%) também considera que a cobertura sobre o governo José Serra em São Paulo é "crítica na medida certa". Outros 21% consideram a cobertura "menos crítica que o necessário".

Na pesquisa espontânea sobre a eleição para governador paulista, o secretário de Desenvolvimento do Estado, Geraldo Alckmin, aparece com 18% das preferências entre os leitores da Folha, enquanto Serra vem bem atrás, com 2%.

Comentários dos leitores
alexandre bakunin (139) 30/11/2009 16h13
alexandre bakunin (139) 30/11/2009 16h13
Senhores,
Alguma coisa me diz que esta estória do mensalão do DEM é uma armação.
Um troço assim como boi de piranha.
Inimaginável que estas cobras criadas, depois do Mensalão da Camarilha dos Quatro, iriam expor-se desta maneira.
Tem boi na linha, tem gato na tuba, tem dente de coelho. CERTEZA.
sem opinião
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josé reis barata barata (3460) 30/11/2009 15h07
josé reis barata barata (3460) 30/11/2009 15h07
Tudo como dantes no quartel de Abrantes.
Quis sintetizar o que penso (sem egoísmo: o que pensamos) sobre a corrupção e escolhi o provérbio do título que, por ser filho de português, me acompanhou a vida inteira. Agora temos a internet e a curiosidade levou-me a pesquisá-lo e encontro: "Abrantes é uma região em Portugal, um ponto militar estratégico. Justamente por isso Abrantes era cobiçada pelas tropas francesas de Napoleão. O plano era concentrar as tropas ali, já dentro do território dos portugas, e depois sair fazendo a rapa no resto do país. E assim foi feito. Os franceses dominaram Abrantes e montaram ali seu quartel. Com o maior cagaço, o rei dos bigodudos mandava um informante ficar 24 horas por dia ligado no movimento das tropas napoleônicas em Abrantes. Toda hora, o pentelho do rei queria informações. E o informante:
- Tudo como dantes no quartel de Abrantes.
O rei perguntava mais uma vez. E o informante, já de saco-cheio, repetia:
- Ora, pois, tudo como dantes no quartel de Abrantes.
E essa frase virou uma expressão muito usada além-mar". E a corrupção me fez lembrar dele, da máxima:" Ora, pois, tudo como dantes no quartel de Abrantes, em especial: Brasília, te MET! Corte sem corrupção não é corte. Mas, o que mais me indigna é o Arruda, que não é Filho do Brasil, ter tido o descaramento de colocar um dos símbolos do Natal no meio e distribuiu Panetones. Permanecemos imbecis!
Ah! Mais os deputados distritais do PT não estavam no meio. Ora meu caro: simplesmente outra quadrilha, federal.
E mais um mensalão e mais dólares nas meias, sacolas e bolsos do governo de todos, eles. E o imponderável nos faz lembrar e discutir fatos que já iam sumindo nas penumbras do tempo. E a imprensa e a OAB e o DEM e o PT e o Serra discutem preocupados e considerando relevante o destino político de Arruda e sequer consideram o destino jurídico dele. Por quê? Seguro e seguramente auspicioso. Nada acontecerá e se acontecer não será executado e se for, o castigo será inócuo. O grande e memorável feito do Mensalão do PT foi deixar um rastro de segurança jurídica para delitos e crimes que se espraia pela sociedade materializando uma violência covarde porque somente pune os economicamente excluídos do Poder judiciário, da lei e do Direito.
E a insegurança jurídica campeia.
A OAB é contraditória. Uma instituição que congrega todos os aplicadores do Direito, os advogados do nosso Brasil varonil, privilegiados com um artigo constitucional que lhes aquinhoa com a honra cívica de serem indispensáveis à administração da justiça, serão os mesmos que amanhã interporão dezenas de recursos e se aproveitarão das intermináveis chicanas na desonrada defesa das aparências e menos da honra na verdade dos fatos;tudo, a custa da mesma moeda surrupiada dos cofres públicos; e sob a mentira, evidente, do direito de defesa.
O progresso da mentira sustentando a mentira do progresso em um mundo de mitos , hipocrisias e inverdades!
sem opinião
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josé reis barata barata (3460) 30/11/2009 14h33
josé reis barata barata (3460) 30/11/2009 14h33
Panetone, por exemplo.
De quando em vez Maquiavel é citado, não é mesmo? Muitos de nós tivemos a oportunidade de ler "O Príncipe", o pequeno muitos mais. Lula, FHC e Arruda, sem a menor dúvida leram, pois, são príncipes. Creio que deveria ser leitura obrigatória nas escolas públicas para que a arte política não fosse privilégio deles:
"Um senhor prudente, portanto, não pode nem deve manter sua palavra, quando isso se torna prejudicial e quando desaparecem as causas que o levaram a empenhá-la. Se todos os homens fossem bons, esse preceito não seria bom. Mas porque são maus e porque não manteriam a palavra contigo, tu também não deves mantê-la em relação a eles. Jamais faltaram a um Príncipe razões legítimas para colorir a violação da palavra dada".
Panetone, por exemplo.
sds. barata's
Obs.; a lentidão está prejudicando nossa ficção virtual.
sem opinião
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