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Brasil
04/11/2009 - 16h57

Ministério Público investiga extração de madeira em assentamento do Incra

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da Folha Online

O Ministério Público Federal em Ourinhos (SP) ajuizou uma ação civil pública para regularizar o convênio firmado entre o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) e a Cocafi (Cooperativa de Assentados do Projeto de Assentamento Zumbi dos Palmares) que permitia a extração e a comercialização de madeira em Iaras (SP). Após a derrubada da madeira, a terra seria preparada para cultivo pelos assentados.

Segundo o procurador da República Svamer Adriano Cordeiro, o Incra já rescindiu o convênio, mas o acordo deve ser declarado nulo para viabilizar a recomposição do patrimônio público.

A extração ilegal da madeira também está sendo investigada pela Polícia Federal em Marília (SP). Um dos inquéritos foi aberto a pedido do Incra, que denunciou incêndios na área.

Segundo o Ministério Público, R$ 13 milhões foram gastos pela União, antes de o convênio ser firmado, para indenizar benfeitorias solicitadas em ações reivindicatórias, inclusive pelo Instituto Florestal do Estado de São Paulo, que fez as melhorias enquanto a posse da área era discutida judicialmente.

Na ação civil pública, o Ministério Público questiona a forma --convênio-- escolhida para celebrar o acordo com a Cocafi; a ausência de licitação para o convênio; violação de princípios orçamentários; afronta à reforma agrária, uma vez que não foi verificado o emprego dos recursos de forma coletiva e impessoal, como previsto em lei; e danos ambientais em virtude da extração de resina.

Segundo o Ministério Público, a Cocafi é ligada ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). Por meio de sua assessoria, o movimento disse que o fato de er militantes do MST nas cooperativas não significa que há relação entre os assentados e o movimento.

Comentários dos leitores
José Alberto (248) 16/12/2009 19h13
José Alberto (248) 16/12/2009 19h13
Nós os paulistas e paulistanos não podemos deixar um movimento criminoso como o mst controlar nossas vidas e não deixamos mesmos, e mais queremos que todos os estados cooperem e não se deixem levar por promessas e não deem asilo a esses criminosos começando que são atos terroristas que os mesmo praticam... sem opinião
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José Alberto (248) 16/12/2009 19h03
José Alberto (248) 16/12/2009 19h03
Não foram os mesmos que atiraram em um helicoptero da reportagem e a falada não agressão cade mst criminoso...isso tudo foi filmado e não foi montagem não.... sem opinião
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José Alberto (248) 16/12/2009 18h53
José Alberto (248) 16/12/2009 18h53
O QUE A POLICIA USOU FOI POUCO,ora se a fazenda que de qq maneira é do estado de São Paulo, não é para ser invadida, e a policia ainda demorou muito para tocar os vandalos não deveria nem deixar entrar, e mais para vandalos não precisa de ordem judicial é chegar e tirar...... sem opinião
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