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Brasil
05/11/2009 - 15h48

Suplente do PV pede mandato do deputado Dr. Nechar por se filiar ao PP

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da Folha Online

O segundo suplente de deputado federal do PV de São Paulo, Antônio César Cortez, recorreu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pedindo a decretação de perda do mandato do deputado Dr. Nechar por infidelidade partidária. Eleito em 2006 pelo PV, o deputado se filiou ao PP em setembro sem apresentar justa causa.

Apesar de ser o segundo suplente, Cortez alegou que tem legitimidade para reivindicar o mandato de Dr. Nechar porque o primeiro suplente, José Augusto Rosa, renunciou ao cargo.

Segundo o entendimento do TSE, os mandatos pertencem aos partidos, e não aos políticos. Sendo assim, o deputado deveria devolver seu mandato ao PV por infidelidade partidária.

A resolução determina ainda que são justa causa para mudança de legenda a incorporação ou fusão do partido; a criação de novo partido; mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário e grave discriminação pessoal.

A reportagem não localizou o deputado para comentar o pedido de Cortez.

Comentários dos leitores
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
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Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
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Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
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