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Brasil
06/11/2009 - 15h06

Parlamentares faltam a depoimento do mensalão e Supremo remarca oitiva

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da Folha Online

Deputados e senadores arrolados pela defesa dos réus do mensalão faltaram aos depoimentos marcados pela Justiça Federal de Brasília e perderam a prerrogativa de escolherem o dia, hora e local para prestarem os esclarecimentos.

Segundo decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), onde tramita a ação do mensalão, os senadores Arthur Virgílio (PSDB-AM) e Ideli Salvatti (PT-SC) e os deputados federais Benedito de Lira (PP-AL), Hermes Parcianello (PMDB-PR), José Eduardo Cardozo (PSDB-SP), Wilson Santiago (PMDB-PB) e Wladimir Costa (PMDB-PA) foram notificados para prestar depoimentos em pelo menos duas ocasiões cada um.

Com a falta de resposta dos parlamentares, o STF decidiu marcar todos os depoimentos para o próximo dia 17, com a partir das 15h até as 18h, destinando meia hora para cada um.

Intimação

A Justiça Federal de Brasília também marcou novos depoimentos de deputados federais que foram arrolados como testemunhas de defesa dos réus do mensalão. Foram intimados os deputados Zezéu Ribeiro (PT-BA), para a próxima terça-feira (10); Celso Russomano (PP-SP) e João Pizzolatti (PP-SC), para a próxima quinta-feira (12).

O secretário municipal de Habitação do Rio de Janeiro, Jorge Bittar, também foi intimado para depor na próxima sexta-feira (13).

Acusação

O ex-procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza ofereceu denúncia ao STF (Supremo Tribunal Federal) em abril de 2006 contra 40 suspeitos de participarem de um suposto esquema de compra de votos de parlamentares da base aliada --o mensalão.

Em agosto de 2007, os ministros do STF acataram a denúncia e transformaram os suspeitos em réus.

Entre os denunciados estão os ex-ministros Luiz Gushiken (Comunicação do Governo), Anderson Adauto (Transportes) e José Dirceu (Casa Civil), além do empresário Marcos Valério, os deputados João Paulo Cunha (PT-SP) e José Genoino (PT-SP) e o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ).

Dos 40 denunciados, 39 continuam respondendo como réus. O ex-secretário-geral do PT Silvio Pereira fez um acordo e foi excluído da ação em troca do cumprimento de pena alternativa.

Comentários dos leitores
Edson Souza (4) 21/12/2009 21h56
Edson Souza (4) 21/12/2009 21h56
Quem aposta a cabeça como este suposto aberto, escancarado braço direito do banqueiro se entregou por que foi negociado com os cumpanheiros do PT ? precisamos começar a levar ou pelo menos cobrar que elevem este país a sério, com estes asnos nos corredores destas ou daquelas casas ou cortes, onde os bôbos(povo) é o que menos importa, dando ordens e rindo da gente com o velho e conhecido chavão: ordens nossas não se discute, embora nós mesmos sabendo que não são sérias, se cumpre..... sem opinião
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Santos Júnior (352) 06/12/2009 16h34
Santos Júnior (352) 06/12/2009 16h34
Boa Bolinha!Bem que eu desconfiei que esta defesa do ministro Toffoli ao Azeredo era armação petista.Quem quiser que duvide que o Toffoli foi colocado no STF pelos interesses do PT.Muito lamentável. sem opinião
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Bolinha da Lulu (769) 06/12/2009 14h08
Bolinha da Lulu (769) 06/12/2009 14h08
Manchete;
"Para isentar Azeredo, Toffoli usa defesa dos petistas no mensalão"
Exatamente o que pensei. Ele inocenta o Azeredo para poder isentar os mensaleiros. Nada como algo pré organizado e predeterminado pelo Lulla. LAMENTÁVEL. É ISSO QUE É UM JUIZ DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL.O famoso "adivogadu di porta di cadeia"
Ainda bem que ele não agiu no caso do Battisti, senão ele teria ficado aqui sem a interferência do Lulla.
Ele defenderá todas as idéias do PT. Senado vocês fizeram a maior bobagem da sua história destruíram o sistema judiciário do Supremo.
sem opinião
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