Mendes defende participação das Forças Armadas em ações na fronteira
CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, disse nesta sexta-feira que a transferência de recursos do governo federal para os Estados é insuficiente para resolver problemas na segurança pública.
Ele voltou a criticar a falta de integração na política de segurança do país, e defendeu maior participação das Forças Armadas em ações na fronteira.
"Há certa falta de integração, e nós dispomos de recursos. Não basta portanto anunciar apenas ajuda tópica da União para um dado Estado que tem dificuldades, é preciso que haja uma articulação", afirmou, ao participar do encerramento do 4º mutirão carcerário do Rio de Janeiro, no instituto penal Plácido de Sá Carvalho, no complexo penitenciário de Bangu, zona oeste da cidade.
Mendes pediu ainda que a PF (Polícia Federal) também atue de forma mais integrada em ações relacionadas à segurança pública. Para o ministro, quando há uma crise, como a que o Rio de Janeiro vem enfrentando, a responsabilidade é atribuída somente às autoridades locais.
"O Brasil tem que deixar de tratar esse tema de forma compartimentada. Responsabilizar o Estado só parece simplificar e não resolve o problema", afirmou, ressaltando que faz uma autocrítica da situação. "O Judiciário tem sua responsabilidade. Quando a Justiça Criminal funcional mal, ou ela não funciona, contribui de maneira insuficiente para a segurança pública."


Olha só o que o ministro da Defesa falou:
"A Marinha não ter poderes de patrulhamento de revista, poder de prisão em flagrante é uma coisa absurda porque nós saímos do conflito convencional de Estado a Estados e passamos para conflitos assimétricos que são envolvidos por organizações criminosas, afirmou."
Palavras vazias, conversa vai, conversa vem.
Meu irmão, já falecido, foi marinheiro no inicio da decada de 80 do século passado. Ele me contava que ele e a tropa na lancha perseguiam os "importadores" clandestinos e outros contrabandistas, davam voz de prisão, se os caras não paravam, eles começavam a atirar, eles prendiam os caras e depois verificariam com os gloriosos meretíssimos da lei nacional, se o pessoal seria ou não extraditado.
Isso foi antes da Constituição de 1988, será que ela, a Constituição Cidadã, mudou esse procedimento?
Estou estupefacto, palavra de honra!
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De militares o Brasil vai encontrar uma trilha de bem estar social para nossas vidas mais sofridas.
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O poder de policia é muito importante para a sociedade brasileiro que sofre com toda essa violência que mata mais de 40.000 mil pessoas por ano.
Voces sabiam que com esse poder embora pela metade vai haver uma diminuição nos homicidios que acontecem no Brasil em no minimo 50%.
Porque não fazer um peblicito com o povo, a aprovação vai ser de 95%.
Não se pode crer que alguem de sã conciencia vá contra um projeto tão importante para salvar a Nação brasileira da destruição.
Com esse projeto aprovado, é só investir um pouco mais em Educação.
Agora se alguem for contra em nosso Parlamento é porque fazem parte de grupos ou são financiados por traficantes.
Se alguem das Policias seja lá qual for tambem for contra é porque estão sendo corrompidos pelos traficantes.
Não existe isso de ser contra ao bem as necessidades basicas de uma sociedade, isso não é time de futebol que uns são adversários dos outros.
Aqui estamos falando em funcinários publicos e todos tem que ter as mesmas responsabilidades, as mesmas obrigações e os mesmos deveres, de servirem com zelo e responsabilidades o seu Patrão o BRASIL.
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