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Brasil
06/11/2009 - 18h07

País vai seguir em frente mantendo respeito internacional, diz Dilma

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Reuters, em Brasília

Em clima de campanha eleitoral, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) defendeu nesta sexta-feira os programas sociais do governo e um esforço para continuar a ampliar a respeitabilidade do país no exterior.

Pré-candidata do PT à Presidência da República, a ministra participou ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de cerimônia da sanção da lei que altera o plano de carreira dos integrantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal.

"Tenho certeza que, juntos, nós brasileiros, vamos seguir em frente e garantir que o nosso país seja esse país tão respeitado como nós vimos nessa viagem de onde chegamos hoje, em Londres, em que o Brasil é reconhecido não como país do futuro, mas o país do presente", discursou Dilma.

"O país que de fato, ao melhorar a vida do seu povo, teve sua importância reconhecida em todos os fóruns internacionais. Ao fortalecer a sua economia e criar oportunidades para a sua população, vai em frente, com muita fé", acrescentou.

A ministra lembrou que o governo, "além de valorizar os servidores públicos", conseguiu criar empregos apesar da crise financeira global e também tem medidas voltadas à educação.

"É preciso defender essas políticas sociais do governo do presidente Lula porque elas têm levado o Brasil de fato a ter uma vida mais segura e mais sadia", destacou.

Aproveitando a plateia de policiais, Dilma citou ainda a questão da violência e da insegurança. "Nós temos que priorizar a área da segurança pública. Nessa área, estamos propiciando melhores condições de vida a nossos policiais e bombeiros, combatendo sem cessar o tráfico de drogas e toda a sua rede de aliciamento", disse.

Para Dilma, é tarefa do governo e da polícia disputar cada criança e jovem com o crime organizado. "Eles têm os falsos atrativos. Nós podemos ter os verdadeiros atrativos. Por isso, falei de educação e emprego."

Oposição

Em seu discurso, o presidente fez uma alusão ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), que recentemente divulgou um artigo com críticas ao governo.

"Passou o tempo em que o país era governado por pessoas que pensavam diferente e agiam de forma muito distante daquilo que era o anseio da comunidade brasileira", disse Lula.

Segundo ele, há quem torça para seu governo não dar certo e que não se dá conta de que o Brasil vive um momento de maior autoestima e valorização no cenário internacional.

"Os empresários estrangeiros elogiam tanto o Brasil que muitas vezes até eu fico em dúvida se eles estão falando do meu país", ironizou Lula.

"É tanto elogio à nossa economia, à nossa política fiscal, à geração de empregos e às políticas sociais que eu até fico me beliscando para saber se é verdade o que eu estou ouvindo."

(Reportagem de Maria Carolina Marcello)País vai seguir em frente mantendo respeito internacional, diz Dilma

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1461) 11/12/2009 14h34
Luís da Velosa (1461) 11/12/2009 14h34
Que bobagem, que palavras (ditas pelo FHC) deslocadas para um intelectual, um ex-presidente aureolado por títulos de "Doutor honoris causa" e outros tantos, na falta de outras que possam encerrar alguma substância. Achei uma obervação apequenada, nanica para um homem como FHC. Então, o que vamos conseguir dos deuses? sem opinião
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Cassio XF (38) 11/12/2009 14h30
Cassio XF (38) 11/12/2009 14h30
Eh uma pena que vai comecar tudo de novo: briga entre personagens politicos abafando os problemas reais que o brasil enfrenta independente dos governos que tomam posse:
Juros altissimos, deficit interno gigantesco, controle total de lobbies e bancos, empobrecimento da classe media. Isso nunca mudarah enquanto nao enxergarmos a razao de tudo isso.
O governo gasta horrores, imprime dinheiro para manter sua maquina gigantesca, o que leva a inflacao monstruosa que hoje se controla usando juros abusivos. O povo acaba pagando essa conta: via inflacao ( 5 A 10% de desvalorizacao do salario) ; via juros : 150% ao ano que vai parte para o governo e parte para os bancos. ; via impostos abusivos: mais dinheiro saindo de trabalhadores para manter parasitas e lobistas do governo. E nao ha escolha. Muda governo, tudo se matem o mesmo.
Com esse sistema corporativista quasi-facista que vivemos em que governo, lobbies e bancos atuam em parceria com patrocinio do dinheiro da classe media ( que eh a unica que paga impostos) , nao adianta mudar os personagens do poder, pois serao apenas marionetes ajudando a implementar a agenda desse cartel.
Temos que reformar todo o sistema politico e economico. So assim virao frutos sociais positivos. Nao podemos pensar como um pais de 3ro mundo. Temos tudo para ser o pais No. 1 , mas nao amarrando as maos daqueles que produzem ou querem produzir. Temos recursos, terras, mao de obra, criatividade, mar, tech,..Porem o governo e lobbies querem mais e mais...
sem opinião
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luiz breyner (15) 11/12/2009 14h25
luiz breyner (15) 11/12/2009 14h25
Enquanto o povo fica distraido com candidaturas, com palavrões de Lula, com elogios a Lula no exterior, O governo finalizou um documento garantindo isenção fiscal para a Igreja Católica, ensino religioso nasescolas públicas e o pior, validade de títulos. É a Teocracia disfarçada, prevalecendo contratos medievais entre clero e estado. Lula é o menos culpado disso, pois sua falta de conhecimento da história geral e da história da Igreja Católica no mundo o isenta de culpa. O verdadeiro culpado da estrutura política e social em que vivemos é FHC, que nada fez para melhorar a democracia, nos livrar da interferência nefasta da igreja católica na sociedade. FHC escolheu deliberadamente a estrutra corrupta da política brasileira para tentar se perpetuar na crista da onda e não contava, que com toda a desgraça, Lula fosse melhor do que ele em tudo. Isso é duro de admitir mesmo para mim que detesto os dois. 5 opiniões
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