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Brasil
09/11/2009 - 19h44

Presidentes do PT e do PSB divergem sobre candidatura única da base à sucessão de Lula

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REGIANE SOARES
da Folha Online

Os presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini (SP), e estadual do PSB-SP, Márcio França, apresentaram nesta segunda-feira, em São Paulo, opiniões distintas sobre a candidatura da base à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Enquanto o petista defende uma eleição polarizada entre as candidaturas da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) e da oposição, o socialista se mostrou favorável a duas candidaturas da base. O segundo nome da base seria do deputado Ciro Gomes (PSB-CE).

"Nós acreditamos que uma chapa única dos partidos da base do governo Lula para disputar contra o projeto neoliberal é mais producente. No entanto, caso haja mais de uma candidatura, nós vamos trabalhar para que seja um processo harmônico", afirmou Berzoini.

O petista defende o mesmo discurso do presidente de união dos partidos da base aliada em torno de um único nome: o de Dilma. Em favor de seu projeto, Lula já conseguiu que Ciro transferisse seu título eleitoral para São Paulo para que possa mais tarde disputar o governo paulista com o apoio do PT. Porém, tanto Ciro quanto líderes do PT em São Paulo rejeitaram a proposta de Lula.

"Esta é uma reunião desprovida de nomes. Quero deixar claro que é um processo de igualdade entre os partidos e que todos devem apresentar alternativas para todos os cargos majoritários: governador, vice e dois [candidatos] ao Senado", afirmou Berzoini.

O presidente do PSB admitiu hoje que a transferência de título de Ciro para São Paulo foi um "parto" e que tanto o partido quanto o próprio deputado trabalham pela candidatura presidencial. Mas ressaltou que uma definição só acontecerá em março do ano que vem.

"É compreensível que o PT tente seguir a orientação do presidente que é um [candidato da base] contra um [candidato da oposição] para poder comparar oito anos [de Fernando Henrique Cardoso] com oito anos [de Lula]", afirmou França.

O presidente do PSB-SP disse ainda que respeita a decisão de Ciro de querer disputar a Presidência, pois tem mais experiência do que Dilma do ponto de vista de campanhas eleitorais. Mas disse que caso o PSB decida por lançar Ciro à Presidência, ele não será um adversário.

"Se chegar em março do ano que vem e os números [de pesquisa favoráveis a Ciro] forem semelhantes ao que temos hoje, a tendência é que a lógica indique que o melhor é ter dois candidatos", disse.

França e Berzoini se reuniram hoje em São Paulo com dirigentes de partidos que integram a base de Lula para definir estratégias para as eleições ao governo paulista. No encontro, PDT, PT, PC do B, PSB PSL, PSC, PRB, PTN e PPL (ainda em formação) decidiram lançar um candidato único da base aliada e ampliar a oposição ao governador José Serra (PSDB) na Assembleia Legislativa.

Comentários dos leitores
Claudio Rocha (310) 08/12/2009 01h24
Claudio Rocha (310) 08/12/2009 01h24
O que a população pode perceber no governo do presidente Lula e que os partidos que sempre esfolaram digo governaram o Brasil, tão acostumados estavam a propagandear e aproveitar as crises economica para engordar uma minoria que diante do patriotismo e do amor ao povo do presidente ficaram sem discurso e tiveram que criar e tentar criar factoides e escandalos para que sobrevivessem..O problema é que com isso acabaram expondo ainda mais suas proprias fraquezas sem opinião
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Claudio Rocha (310) 08/12/2009 01h03
Claudio Rocha (310) 08/12/2009 01h03
É como alguem ja disse neste espaço: O presidente Lula foi a melhor coisa que ja ocorreu neste Pais onde uma elite insensivel e egoista bancou desde sempre intelectuais pedantes e convencidos que sempre olhavam o Brasil de olho nos seus imoveis/ fletes localizados na Europa e nos Estado Unidos e de verdade como ficou provado não se sairiam bem nem como governanta de creche sem opinião
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Na adolescência, conheci uma casa de mulheres, cuja anfitriã, chamava-se Maria Dilma (quase Maria Machadão), mas o estílo era o mesmo. Como a gente era muito novo para frequentar bordel, as restrições eram bem rigorosas, daquele geito da polícia levar em casa e entregar para os pais. Mas, dona Dilma, como era chamada, com muito geito sempre "quebrava o nosso galho" e arranjava alguém para a meninada se divertir. E como divertíamos. Saíamos de lá com os olhos fundos e cambaleando de fraqueza! Essa dona Dilma era uma mulher "porreta", muito diferente, mas muito mesmo, dessa que está aí, com toda a sua exuberante arrogância e prepotência. 1 opinião
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