Oposição planeja usar apagão para atacar pré-candidatura de Dilma Rousseff
MÁRCIO FALCÃO
GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
A oposição se prepara para explorar eleitoralmente o apagão elétrico que deixou sem luz 12 Estados brasileiros. A ideia é responsabilizar a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata do PT à sucessão presidencial de 2010, e provocar um desgaste na imagem de "boa técnica". Os governistas, por outro lado, já estão com discurso pronto e pretendem jogar na conta do PMDB a responsabilidade pelo blecaute.
O líder do DEM na Câmara, Ronaldo Caiado (GO), afirmou nesta quarta-feira que o apagão foi o "pá de cal" na candidatura da ministra que esteve no comando do Ministério de Minas Energia entre janeiro de 2003 e junho de 2005.
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Segundo Caiado, o apagão mostra que a figura de "técnica exemplar" não existe. "Eu resumiria que esse apagão foi o pá de cal na candidatura da ministra Dilma. Ela vendia a imagem de técnica competente e agora, ela mostra que é incompetente nessa área que ela tratava como a menina dos seus olhos. Essa imagem que ela tanto se esforçou para mostrar com certeza caiu por terra", afirmou.
A líder do governo no Congresso, senadora Ideli Salvatti (SC), saiu em defesa da ministra e disse que o governo adotou as medidas necessárias. "Quando a ministra foi ministra de Minas e Energia não tivemos apagão. Agora precisamos investigar. A oposição que está com esse discurso tentará utilizar eleitoralmente, mas com as medidas adotas até agora teremos respostas de garantia para que não haja mais repetição [apagão]", disse.
A oposição se mobiliza para fazer a ministra dar explicações sobre o apagão tanto na Câmara quanto no Senado. Os oposicionistas vão se esforçar para desfazer os desgastes -- carregados pelos candidatos tucanos nas duas últimas eleições -- pelo apagão que ocorreu no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) que deixou parte do país às escuras em 2001.
Os oposicionistas prometem unir forças para mostrar que o governo Luiz Inácio Lula da Silva não teve o êxito propagado no que diz respeito à administração do sistema elétrico nacional.
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A insegurança jurídica propiciada pelo Estado é o grande e irreparável infortúnio. Nada se equivale a ela por destruir o "contrato social", o direito (enquanto patrimônio pessoal) de todos e cada um. Toda a violência que assistimos em nosso dia-a-dia nasce nela pelo efeito multiplicador do exemplo negativo que a realidade do destroçado aparato de segurança do Estado, incluindo aí o judiciário, torna evidente. As autoridades públicas estão perfeitamente conscientes disto.A legalidade insistentemente repetida que reside na mentira do "Estado Democrático de Direito" os torna intocáveis. As condutas prepotentes, arrogantes, insensíveis que escarnece e faz pouco caso da opinião pública são tantos e freqüentes que seria enfadonho citar, por mais, escrevo em ambiente de privilegiados, que pensam. O Direito, hoje, mais do que outrora tornou-se instrumento de poder com a conivência de seus aplicadores e formadores.O Estado encontra nele sua fonte renovável de poder materializada nas MPs: esbulho totalitário.
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Nem o mais crente e ingênuo dos brasileiros acredita. Mensalão não é novidade, é curso de pós-graduação política.OAB, Oposição! Os sujos falando dos mal lavados. A OAB não é mais a mesma; e, oposição, qual? A OAB vem sofrendo um desgaste progressivo em face o corporativismo, politização e má formação do advogado que é péssima tanto na essência quanto na visão do Direito que vige.Isto a não se lembrar o ambiente de trabalho dele, o judiciário: promíscuo, despreparado e retrógrado. Acresce lembrar a lei, instrumento de trabalho dele, que não mais representa a vontade geral, mas, a do grupo no poder. Oposição, na realidade, grupos fortuitos e/ou circunstanciais de interesses movidos pelo escândalo de plantão que a qualquer cochicho que avente vantagem deixam o dito pelo não dito. Existisse "oposição política" fundada em valores e Lula e seus asseclas mensaleiros não estariam livres, leves, soltos e faceiros.
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