30/10/2004
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00h39
A prefeita Marta Suplicy (PT), que tenta a reeleição para a Prefeitura de São Paulo, disse que se mostrou como a "candidata da solução", enquanto o candidato tucano, José Serra, apareceu como o candidato da crítica e do problema.
A avaliação foi feita após a participação dos dois no último debate antes do segundo turno das eleições municipais de São Paulo.
"Foi bom para ver as diferenças entre os dois candidatos. Me mostrei a pessoa da solução, e o outro [Serra], da crítica e do problema", disse a prefeita.
Marta disse que apostou no debate nas propostas de continuidade das obras de sua administração. "Eu falei muito claro. Ele [Serra] enrolou para lá e para cá. Não falou se vai fazer ou não", afirmou Marta. "Eu não sou de teoria, sou de prática."
Marta também afirmou porque, ao final do debate, comentou o fato de não gostar de ser chamada de "Martaxa" e nem de passar a imagem de arrogância.
"Fiquei três meses engolindo uma coisa. Não me acho uma pessoa assim [arrogante]. A mulher tem que ter uma posição clara. Ela não fica mais na cozinha e não é mais submissa. Foi duro aprender", afirmou Marta.
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Marta diz que apareceu em debate como "candidata da solução"
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da Folha OnlineA prefeita Marta Suplicy (PT), que tenta a reeleição para a Prefeitura de São Paulo, disse que se mostrou como a "candidata da solução", enquanto o candidato tucano, José Serra, apareceu como o candidato da crítica e do problema.
A avaliação foi feita após a participação dos dois no último debate antes do segundo turno das eleições municipais de São Paulo.
"Foi bom para ver as diferenças entre os dois candidatos. Me mostrei a pessoa da solução, e o outro [Serra], da crítica e do problema", disse a prefeita.
Marta disse que apostou no debate nas propostas de continuidade das obras de sua administração. "Eu falei muito claro. Ele [Serra] enrolou para lá e para cá. Não falou se vai fazer ou não", afirmou Marta. "Eu não sou de teoria, sou de prática."
Marta também afirmou porque, ao final do debate, comentou o fato de não gostar de ser chamada de "Martaxa" e nem de passar a imagem de arrogância.
"Fiquei três meses engolindo uma coisa. Não me acho uma pessoa assim [arrogante]. A mulher tem que ter uma posição clara. Ela não fica mais na cozinha e não é mais submissa. Foi duro aprender", afirmou Marta.
Especial

