31/10/2004
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08h00
Cerca de 7,7 milhões de eleitores devem decidir hoje a eleição para a prefeitura paulistana, a disputa que mais simboliza a polarização nacional entre o PT e o PSDB e que pode mudar o mapa político do país.
Na disputa pelos votos, estão nada mais nada menos que o tucano José Serra, que perdeu a eleição presidencial para Lula em 2002, e a prefeita Marta Suplicy, estrela petista cuja ascensão ao Executivo foi inclusive anterior à chegada do PT à administração federal em Brasília.
O vencedor será o 51º prefeito da história da cidade.
Na véspera da eleição, a última pesquisa Datafolha apontou que Serra é favorito hoje, com 54% das intenções de votos válidos. Marta tem 46%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos. O Ibope registrou os mesmos números.
A disputa pode redesenhar o cenário eleitoral para 2006, quando o país escolherá novos governadores e o presidente da República. Durante a campanha, Marta e Serra recorreram com freqüência aos "padrinhos", o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o governador Geraldo Alckmin (PSDB).
Na véspera da eleição, Serra e Marta tiveram um sábado distinto. A véspera do segundo turno da eleição foi agitada para a petista, que buscou os últimos votos nas linhas do metrô.
Acompanhada de estrelas do partido, Marta desembarcou na estação Santa Cruz para uma visita ao shopping que leva o nome da estação. Nos corredores, consultou lojistas sobre o desempenho no debate. "Ele [Serra] é o homem do problema. Eu sou a mulher da solução", afirmou ela.
O contato final do tucano com o eleitor foi mais discreto, em bairros do extremo leste e sul da cidade. Ele participou de uma feijoada num restaurante em São Miguel Paulista (zona leste), e depois foi à missa do padre Marcelo Rossi em Santo Amaro (zona sul).
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Datafolha mostra Serra com 54% e Marta com 46% dos votos válidos
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Eleição em São Paulo pode mudar mapa político nacional
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da Folha OnlineCerca de 7,7 milhões de eleitores devem decidir hoje a eleição para a prefeitura paulistana, a disputa que mais simboliza a polarização nacional entre o PT e o PSDB e que pode mudar o mapa político do país.
Na disputa pelos votos, estão nada mais nada menos que o tucano José Serra, que perdeu a eleição presidencial para Lula em 2002, e a prefeita Marta Suplicy, estrela petista cuja ascensão ao Executivo foi inclusive anterior à chegada do PT à administração federal em Brasília.
O vencedor será o 51º prefeito da história da cidade.
Na véspera da eleição, a última pesquisa Datafolha apontou que Serra é favorito hoje, com 54% das intenções de votos válidos. Marta tem 46%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos. O Ibope registrou os mesmos números.
A disputa pode redesenhar o cenário eleitoral para 2006, quando o país escolherá novos governadores e o presidente da República. Durante a campanha, Marta e Serra recorreram com freqüência aos "padrinhos", o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o governador Geraldo Alckmin (PSDB).
Na véspera da eleição, Serra e Marta tiveram um sábado distinto. A véspera do segundo turno da eleição foi agitada para a petista, que buscou os últimos votos nas linhas do metrô.
Acompanhada de estrelas do partido, Marta desembarcou na estação Santa Cruz para uma visita ao shopping que leva o nome da estação. Nos corredores, consultou lojistas sobre o desempenho no debate. "Ele [Serra] é o homem do problema. Eu sou a mulher da solução", afirmou ela.
O contato final do tucano com o eleitor foi mais discreto, em bairros do extremo leste e sul da cidade. Ele participou de uma feijoada num restaurante em São Miguel Paulista (zona leste), e depois foi à missa do padre Marcelo Rossi em Santo Amaro (zona sul).
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