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D'Urso mantém vantagem na disputa pela presidência da OAB-SP
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da Folha Online
O presidente da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil) de São Paulo e candidato à reeleição, Luiz Flávio Borges D'Urso, mantém a vantagem sobre o advogado Rui Fragoso na disputa pelo comando da entidade.
Pelo último boletim da apuração oficial, D'Urso está à frente com 52.886 votos (36,35%), seguido por Fragoso, com 46.011 votos (31,62%). Faltam 18 urnas para serem apuradas no Estado.
Em terceiro lugar aparece o candidato de oposição Hermes Barbosa, com 19.030 (13,08%), seguido por Leandro Pinto, com 11.546 (7,94%). Os votos nulos totalizam 8.656 (5,95%) e os brancos, 7.378 (5,07%).
Segundo o presidente da Comissão Eleitoral da OAB-SP, Marcio Cammarosano, a totalização dos votos está prevista para esta quinta-feira (19). Como a votação foi realizada em todo o Estado, os boletins são enviados a São Paulo pelo correio.
A Ordem em São Paulo tem 295 mil inscritos e 217 mil advogados ativos, com direito a voto. Ao todo, serão 406 chapas disputando 1.148 cargos em todo o Estado, sendo 133 na seccional (Conselho, Diretoria, Conselheiros Federais e Caixa de Assistência) e 1.115 nas diretorias das 223 subsecções.
O voto é obrigatório e a eleição decidida em turno único. Quem não pode votar anteontem deve justificar sua ausência até 16 de dezembro. A falta do voto ou da justificativa pode acarretar o pagamento de multa de 20% do valor da anuidade (R$ 700).
Apuração paralela
Ontem, apurações paralelas da eleição já indicavam a reeleição de D'Urso. Procurado pela reportagem, Fragoso disse que só vai se manifestar após a divulgação da totalização dos números oficiais.
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Não creio, no entanto, num caso tão grave, onde deveria haver rigor na apuração das denúncias mais que evidentes e, derrepente é excluido de seu site, um assunto como esse, que além de interesse nacional é todo atual.
Já basta o exemplo da UNE, que anteriormente agia somente em defesa da cidadania, da ética e da dignidade, entretanto hoje está mais que partidarizada, está verdadeiramente não só dependente e como manipulada pelo governo.
Creio que a OAB não sugeitaria a algo dessa natureza, entretanto, há uma eminente necessidade de demonstração de que ela não se trata simplesmente de uma organização representativa, como também um agente fiscalizador, que não pode colocar em risco sua credibilidade.
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