13/12/2004
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14h15
O presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney (PMDB-AP), atacou hoje o presidente do PMDB, deputado Michel Temer (SP), o qual responsabilizou pela divisão interna do partido e pelo rompimento da sigla com o governo Luiz Inácio Lula da Silva.
"A maior culpa de todos é do presidente do PMDB. Um presidente de partido tem por obrigação manter o partido unido. Ele [Temer] não como presidente do partido, mas de uma maneira muito facciosa e, ao mesmo tempo, estimulando a divisão do partido", disse Sarney, um dos principais defensores do governo Lula no partido.
Sarney disse que o PMDB passa por "uma crise muito grave" e que, juridicamente, a convenção realizada no domingo foi "inteiramente ilegal".
O senador disse ainda esperar que as bancadas da Câmara dos Deputados e do Senado devem manter a decisão "de ajudar o país, ajudando o presidente Lula". O PMDB possui a maior bancada no Senado (23 cadeiras) e a segunda maior na Câmara (76).
Segundo ele, não há ainda uma decisão partidária para que os ministros Amir Lando (Previdência) Eunício Oliveira (Comunicações) deixem os cargos.
"Não há ainda decisão partidária. Primeiro pela ilegalidade da convenção, segundo, pela falta de legitimidade da própria Constituição que teve um número muito grande de suplentes", disse o senador.
O senador classificou a convenção como um fracasso porque, segundo ele, 80 suplentes foram convocados, irregularmente, para votar.
A decisão pelo rompimento com o governo foi tomada ontem em convenção nacional do PMDB. Dos 396 votos da convenção, 386 foram favoráveis ao desligamento da base do governo e à entrega dos cargos hoje ocupados pelos peemedebistas.
Com Agência Brasil
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da Folha OnlineO presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney (PMDB-AP), atacou hoje o presidente do PMDB, deputado Michel Temer (SP), o qual responsabilizou pela divisão interna do partido e pelo rompimento da sigla com o governo Luiz Inácio Lula da Silva.
"A maior culpa de todos é do presidente do PMDB. Um presidente de partido tem por obrigação manter o partido unido. Ele [Temer] não como presidente do partido, mas de uma maneira muito facciosa e, ao mesmo tempo, estimulando a divisão do partido", disse Sarney, um dos principais defensores do governo Lula no partido.
Sarney disse que o PMDB passa por "uma crise muito grave" e que, juridicamente, a convenção realizada no domingo foi "inteiramente ilegal".
O senador disse ainda esperar que as bancadas da Câmara dos Deputados e do Senado devem manter a decisão "de ajudar o país, ajudando o presidente Lula". O PMDB possui a maior bancada no Senado (23 cadeiras) e a segunda maior na Câmara (76).
Segundo ele, não há ainda uma decisão partidária para que os ministros Amir Lando (Previdência) Eunício Oliveira (Comunicações) deixem os cargos.
"Não há ainda decisão partidária. Primeiro pela ilegalidade da convenção, segundo, pela falta de legitimidade da própria Constituição que teve um número muito grande de suplentes", disse o senador.
O senador classificou a convenção como um fracasso porque, segundo ele, 80 suplentes foram convocados, irregularmente, para votar.
A decisão pelo rompimento com o governo foi tomada ontem em convenção nacional do PMDB. Dos 396 votos da convenção, 386 foram favoráveis ao desligamento da base do governo e à entrega dos cargos hoje ocupados pelos peemedebistas.
Com Agência Brasil
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