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Michel Temer reúne cúpula do PMDB para acelerar aliança com Dilma
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GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
Cotado para disputar a vice-presidência na chapa da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) ao Palácio do Planalto, o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), reuniu nesta quarta-feira a cúpula do PMDB em um jantar para discutir a aliança nacional com o PT. Embora o PMDB esteja dividido sobre a aliança com a ministra, a cúpula da legenda defende a união com o PT --mesmo diante de impasses regionais para a aliança entre as duas legendas.
O desejo da cúpula do partido é acelerar uma definição em torno da aliança para evitar que o PT desista de unir-se com a legenda. A definição também seria uma forma, segundo peemedebistas, de conter as alas do partido contrárias à união com a ministra do PT.
Atualmente, o PMDB é dividido em três grupos. A cúpula do partido, chefiada por Temer, os senadores José Sarney (PMDB-AP) e Renan Calheiros (PMDB-AL), defende a chapa com o PT. Outro grupo, que tem à frente o senador Jarbas Vasconcellos (PMDB-PE), defende a aliança com o PSDB este ano. Por fim, há um grupo favorável à candidatura própria à presidência da República que lançou o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), como pré-candidato dentro do partido.
A cúpula pró-Dilma ficou irritada com o recado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que chegou a pedir para o partido indicar três nomes para que o PT escolhesse quem seria o vice da ministra. Diante do mal estar, Lula recuou na proposta, enquanto os peemedebistas enfatizam que o nome oficial da legenda para a chama é o de Temer.
O presidente da Câmara disse que tem até o dia 10 de março para definir se disputará a reeleição para o comando do PMDB, mas sinalizou estar disposto em disputar uma vaga na Câmara caso não saia na chapa de Dilma.
"Vamos conversar sobre isso, tem que ser até 10 de março. Acho que será um esforço para a minha candidatura de deputado federal, não preciso demonstrar força nenhuma [para ser vice]", afirmou.
Antes do encontro da cúpula do partido, ele minimizou o jantar realizado para discutir a aliança com o PT nas eleições deste ano. "Todo mês almoçamos ou jantamos duas vezes. A conversa já estava combinada, meio como rotina."
No jantar, estão presentes, além de Temer, Sarney, o líder do partido no Congresso, Henrique Eduardo Alves (RN), e alguns interessados diretos na disputa deste ano, como o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (pré-candidato ao governo da Bahia), e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles (filiado no ano passado).
O ministro Hélio Costa (Comunicações) e o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), se ausentaram da reunião porque estão fora de Brasília.
Alianças
Antes de formalizar a aliança com o PT, os peemedebistas têm que solucionar o principal entrave à chapa única: a repetição da aliança nos Estados. Em vários deles, não há consenso entre PT e PMDB para o lançamento de candidatura única, como em Minas Gerais, onde o PMDB quer lançar o ministro Hélio Costa ao governo estadual. O PT, por sua vez, tem dois pré-candidatos: o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, e o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel.
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hoje, tem uma escumalha a compor sua base de governo, institutos de pesquisa amigos que lhe conseguem amostras sortudas, e uma tropa de tonton macoutes a demonstrar sua verve "democrática" na internet.
é impressionante.
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Realmente, só tem uma explicação para pagarmos R$ 2,67 o litro: a GANÂNCIA do Governo com seus impostos e a busca desenfreada dos lucros exorbitantes da nossa querida e estimada estatal brasileira que refina o petróleo por ela mesma explorado nas "terras tupiniquins", então o "velho PT", lembram-se deles, quando oposição???Vão ao MP,contra o Serra devido as enchentes........e dá para entender???
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