Publicidade
Publicidade
Severino defende nepotismo em posse de seu filho em PE
Publicidade
Colaboração para a Agência Folha, em Recife
O presidente da Câmara dos Deputados, Severino Cavalcanti (PP-PE), voltou a defender nesta segunda-feira o nepotismo, quando participou da posse de seu filho, José Maurício Valladão Cavalcanti, na Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento em Pernambuco.
"Essa história de nepotismo é coisa para fracassados e derrotados que não souberam criar seus filhos. Eu criei bem os meus filhos, que têm universidade, e agora estou indicando José Maurício", afirmou o deputado.
O evento terminou se transformando em um ato político do Partido Progressista (PP), que contou, inclusive, com a participação do ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, além de alguns deputados estaduais de Pernambuco e federais dos Estados de Alagoas e Sergipe.
Também estavam presentes na cerimônia de posse Ana Cavalcanti, deputada estadual por Pernambuco e filha de Severino, além da mulher do presidente da Câmara, Amélia Cavalcanti.
Severino recorreu à capacidade técnica para defender a indicação do filho ao cargo. "O José Maurício é uma pessoa que tem doutoramento [apesar da afirmação do presidente da Câmara, José Maurício Valladão Cavalcanti não possui doutorado. Ele é formado em economia, com pós-graduação em gestão municipal]. É um economista que já tem um ótimo relacionamento com o Ministério da Agricultura, em Brasília. Isso vai facilitar o trabalho da superintendência. É tanto que, pela primeira vez, um ministro vem empossar um superintendente", declarou.
Segundo Severino, a vaga na superintendência do Ministério da Agricultura já era do PP desde o governo Fernando Henrique. O cargo já foi ocupado por Roosevelt Gonçalves, aliado de Severino, que também já foi superintendente estadual do Incra e agora é prefeito da cidade de Cumaru, no interior pernambucano.
Questionado sobre o projeto de lei em tramitação no Congresso que propõe o fim das nomeações de parentes, Severino afirmou que só apoiará se a lei for para todos os poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário). "Se for pela metade, eu não vou apoiar." O projeto de lei volta à pauta da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados amanhã.
Sobre a possibilidade de demitir seus parentes caso a lei seja aprovada, o presidente voltou a defender as nomeações. "Acho que isso é história do passado, é uma repetição. Analisem primeiro o Poder Judiciário e vejam quantos filhos de juízes, desembargadores e ministros estão empregados em cargos de confiança. Cargo de confiança é para quem merece confiança. Para mim, que tenho uma família bem constituída, meus filhos merecem confiança. Por isso mesmo eu os escolhi", disse.
Especial
Publicidade
As Últimas que Você não Leu
Publicidade
+ LidasÍndice
- Dilma Rousseff aparece com o neto em rampa do Palácio do Planalto
- Thomaz Bastos diz que deixa julgamento moral à 'vingança de Deus'
- Governo veta 12 pontos e faz 32 modificações no Código Florestal
- Ex-diretor da Delta poderá ficar calado em CPI, decide STF
- DEM afirma que irá ao Supremo contra MP do Código Florestal
+ Comentadas
- Thomaz Bastos diz que deixa julgamento moral à 'vingança de Deus'
- Collor diz que respostas à CPI comprovam crimes de procurador-geral
+ EnviadasÍndice
Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade
Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicaçao, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.






Tablet
Notebook
Tênis
Auto DVD Player
TV