14/04/2005
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13h33
da Folha Online
Manifestantes do MLST (Movimento de Libertação dos Sem Terra) invadiram hoje, por volta das 12h, o Ministério da Fazenda, em Brasília. Cerca de 1.200 manifestantes, segundo a coordenação do movimento, estão em diversos andares do prédio, até mesmo na ante-sala do gabinete do ministro Antonio Palocci (Fazenda), que está em São Paulo hoje.
O movimento pede o descontingenciamento de R$ 1,6 bilhão para a reforma agrária. Segundo Davi Pereira da Silva, o Paraná, da coordenação nacional do MLST, a meta do governo era assentar 115 mil famílias neste ano, mas com os cortes no Orçamento, os recursos não serão suficientes nem para 40 mil famílias.
"Para nós, o ministro Palocci é uma decepção, ainda mais para Ribeirão Preto", disse Paraná, que vive em um assentamento em Franca (SP), cidade localizada nas proximidades de Ribeirão.
Os manifestantes querem também a anistia de dívidas contraídas no passado pelos assentados. Paraná explicou que essas dividas surgiram devido a empréstimos que não tiveram acompanhamento técnico para o cultivo das terras.
Devido à ausência de Palocci, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, irá receber representantes do movimento.
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Cerca de 1.200 sem-terra invadem Ministério da Fazenda em Brasília
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ANA PAULA RIBEIROda Folha Online
Manifestantes do MLST (Movimento de Libertação dos Sem Terra) invadiram hoje, por volta das 12h, o Ministério da Fazenda, em Brasília. Cerca de 1.200 manifestantes, segundo a coordenação do movimento, estão em diversos andares do prédio, até mesmo na ante-sala do gabinete do ministro Antonio Palocci (Fazenda), que está em São Paulo hoje.
O movimento pede o descontingenciamento de R$ 1,6 bilhão para a reforma agrária. Segundo Davi Pereira da Silva, o Paraná, da coordenação nacional do MLST, a meta do governo era assentar 115 mil famílias neste ano, mas com os cortes no Orçamento, os recursos não serão suficientes nem para 40 mil famílias.
"Para nós, o ministro Palocci é uma decepção, ainda mais para Ribeirão Preto", disse Paraná, que vive em um assentamento em Franca (SP), cidade localizada nas proximidades de Ribeirão.
Os manifestantes querem também a anistia de dívidas contraídas no passado pelos assentados. Paraná explicou que essas dividas surgiram devido a empréstimos que não tiveram acompanhamento técnico para o cultivo das terras.
Devido à ausência de Palocci, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, irá receber representantes do movimento.
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