22/07/2005
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15h33
da Folha Online, no Rio
O novo ministro da Saúde, Saraiva Felipe, afirmou nesta sexta-feira, após a inauguração do Complexo Tecnológico de Medicamentos da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), que a crise política não deve interferir na administração pública. Nesta mesma cerimônia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o povo não pode ser "vítima" da "pequenez" do debate político.
"Uma coisa são as instituições democráticas funcionando, CPIs [Comissões Parlamentares de Inquérito] CGU [Controladoria Geral da União], MP [Ministério Público] funcionando. E outra coisa é a necessidade do país prosseguir com as suas políticas de governo, com as atividades normais na administração. Se uma coisa contaminar a outra, o povo sofrerá duplamente", disse ele.
O ministro enfatizou o papel da reforma ministerial como tentativa da gestão Lula aumentar sua governabilidade. "A eficácia política e a busca de um governo com participação maior de força política, no meu entendimento, ajuda a superar a crise", afirmou.
Segundo o ministro, a economia e as instituições produtivas públicas e privadas do país mostraram solidez. "Acho que é fantástico pensarmos que, apesar dessa crise política, os macroindicadores econômicos e os microindicadores têm apresentado bons resultados", disse ele.
Para o ministro, o país apresentou um comportamento similar aos de países mais desenvolvidos, em que as crises políticas não afetam a administração pública.
O complexo da Fiocruz, que foi adquirido pela iniciativa privada em 2004, recebeu investimentos de US$ 6 milhões na compra da fábrica Glaxo Smith Kline. Somente neste ano, serão produzidas cinco bilhões de unidades farmacêuticas. A previsão é que o número chegue a dez bilhões, em 2006.
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Saraiva apóia tentativa de Lula de desvincular governo da crise política
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JANAINA LAGEda Folha Online, no Rio
O novo ministro da Saúde, Saraiva Felipe, afirmou nesta sexta-feira, após a inauguração do Complexo Tecnológico de Medicamentos da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), que a crise política não deve interferir na administração pública. Nesta mesma cerimônia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o povo não pode ser "vítima" da "pequenez" do debate político.
"Uma coisa são as instituições democráticas funcionando, CPIs [Comissões Parlamentares de Inquérito] CGU [Controladoria Geral da União], MP [Ministério Público] funcionando. E outra coisa é a necessidade do país prosseguir com as suas políticas de governo, com as atividades normais na administração. Se uma coisa contaminar a outra, o povo sofrerá duplamente", disse ele.
O ministro enfatizou o papel da reforma ministerial como tentativa da gestão Lula aumentar sua governabilidade. "A eficácia política e a busca de um governo com participação maior de força política, no meu entendimento, ajuda a superar a crise", afirmou.
Segundo o ministro, a economia e as instituições produtivas públicas e privadas do país mostraram solidez. "Acho que é fantástico pensarmos que, apesar dessa crise política, os macroindicadores econômicos e os microindicadores têm apresentado bons resultados", disse ele.
Para o ministro, o país apresentou um comportamento similar aos de países mais desenvolvidos, em que as crises políticas não afetam a administração pública.
O complexo da Fiocruz, que foi adquirido pela iniciativa privada em 2004, recebeu investimentos de US$ 6 milhões na compra da fábrica Glaxo Smith Kline. Somente neste ano, serão produzidas cinco bilhões de unidades farmacêuticas. A previsão é que o número chegue a dez bilhões, em 2006.
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