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22/03/2010 - 13h15

Arruda passará por avaliação psiquiátrica para análise de quadro de depressão

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da Folha Online, em Brasília

O governador cassado e preso do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido), vai passar por uma avaliação psiquiátrica para analisar seu quadro emocional diante da depressão. O exame será realizado por um psiquiatra da Polícia Federal e foi solicitado pelo médico particular de Arruda, Brasil Caiado.

No dia 1º de março, Arruda passou por uma avaliação semelhante e teve a dose do remédio que toma contra depressão dobrada. Caiado explicou que Arruda já tratava da depressão antes de ser preso no dia 11 de fevereiro, mas teve o quadro agravado nas dependências da Polícia Federal.

"Um psiquiatra da PF vai vir avaliar o quadro dele para ver o quanto [a depressão] se agravou. Ele está bastante apático e quieto, praticamente acamado", disse.

Segundo Caiado, a depressão pode prejudicar o tratamento dos problemas cardíacos de Arruda. "A preocupação é porque a depressão pode atrapalhar o tratamento clinico", afirmou.

Na semana passada, Arruda passou, pela primeira vez, um dia inteiro fora da prisão. O governador cassado ficou internado no Instituto de Cardiologia para realizar exames, que indicaram uma lesão de grau discreto em uma das artérias coronárias e depois por um ecocardiograma que descartou no momento a necessidade de uma cirurgia.

Caiado receitou para Arruda oito medicamentos para combater os problemas cardíacos, a diabetes e a depressão.

Por recomendação médica, o ex-democrata também deve passar por uma dieta pobre em gordura e realizar exercícios físicos. Atualmente, Arruda tem direito a 15 minutos de caminhada na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.

Na quinta-feira, o ministro do STJ (Supremo Tribunal de Justiça) Fernando Gonçalves negou o pedido da defesa de Arruda para que o ex-democrata permanecesse no hospital até que se recuperasse dos problemas cardíacos. O ministro ainda não analisou o pedido de prisão domiciliar, nem o de revisão da prisão.

Para Gonçalves, os documentos médicos apresentados pela defesa não justificavam a necessidade de permanência em ambiente hospitalar.

 

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