11/08/2005
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16h06
da Folha Online, em Brasília
A sócia do publicitário Duda Mendonça, Zilmar Fernandes, contestou a informação apresentada pelo empresário Marcos Valério Fernandes de Souza a respeito dos pagamentos da campanha do PT de 2002. Segundo Marcos Valério, um total de R$ 15,5 milhões foram sacados na boca do caixa e repassados para Zilmar. Ela presta depoimento neste momento à CPI dos Correios.
Segundo Duda, o PT ainda deve para sua agência um total de R$ 11 milhões, referente a serviços prestados ao partido entre 2002 e 2003.
A sócia de Duda confirmou o número de R$ 15,5 milhões, mas contestou a metodologia. Para começar, Zilmar afirmou à Polícia Federal que recebeu recursos de Valério referentes às dívidas do PT com a empresa de publicidade relativas à 2002, mas que o pagamento foi condicionada à abertura de uma conta bancária em um paraíso fiscal. Essa informação é contestada veementemente por Valério.
Em nota, Valério disse que Duda e Zilmar exigiam que os recursos destinados a eles pelo ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares fossem depositados em contas no exterior. Ainda de acordo com Valério, as contas já existiam e Duda era titular.
Segundo Zilmar, os R$ 15,5 milhões foram pagos da seguinte forma: em três saques de R$ 300 mil na agência do banco Rural em São Paulo; por uma transferência de R$ 10,5 milhões para uma conta de Duda no exterior; mais dois saques de R$ 250 mil na agência do Rural e mais R$ 3,6 milhões repassados supostamente pelo ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares ou por mensageiros dele.
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Sócia de Duda contesta versão de Valério sobre pagamentos
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FELIPE RECONDOda Folha Online, em Brasília
A sócia do publicitário Duda Mendonça, Zilmar Fernandes, contestou a informação apresentada pelo empresário Marcos Valério Fernandes de Souza a respeito dos pagamentos da campanha do PT de 2002. Segundo Marcos Valério, um total de R$ 15,5 milhões foram sacados na boca do caixa e repassados para Zilmar. Ela presta depoimento neste momento à CPI dos Correios.
Segundo Duda, o PT ainda deve para sua agência um total de R$ 11 milhões, referente a serviços prestados ao partido entre 2002 e 2003.
A sócia de Duda confirmou o número de R$ 15,5 milhões, mas contestou a metodologia. Para começar, Zilmar afirmou à Polícia Federal que recebeu recursos de Valério referentes às dívidas do PT com a empresa de publicidade relativas à 2002, mas que o pagamento foi condicionada à abertura de uma conta bancária em um paraíso fiscal. Essa informação é contestada veementemente por Valério.
Em nota, Valério disse que Duda e Zilmar exigiam que os recursos destinados a eles pelo ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares fossem depositados em contas no exterior. Ainda de acordo com Valério, as contas já existiam e Duda era titular.
Segundo Zilmar, os R$ 15,5 milhões foram pagos da seguinte forma: em três saques de R$ 300 mil na agência do banco Rural em São Paulo; por uma transferência de R$ 10,5 milhões para uma conta de Duda no exterior; mais dois saques de R$ 250 mil na agência do Rural e mais R$ 3,6 milhões repassados supostamente pelo ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares ou por mensageiros dele.
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