14/09/2005
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11h48
O chefe do Núcleo de Assuntos Estratégicos do governo, Luiz Gushiken, afirmou nesta quarta-feira que sua antiga pasta (a Secretaria de Comunicação e Gestão Estratégica) recebeu muitas "denúncias infundadas". O ex-ministro depõe à CPI dos Correios, onde é inquirido sobre sua suposta ingerência nos fundos de pensão. A suspeita é de que algumas entidades da previdência possam ter contribuído para o caixa dois do PT.
Gushiken foi inquirido de forma dura pelo relator, o deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), sobre o envolvimento da Secom com o esquema do "valerioduto", por meio de um suposto favorecimento das agências de publicidade do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza nas licitações públicas.
O ex-ministro da Secom rebateu as suspeições de favorecimento. "Há licitações. Estas habilitações são técnicas", afirmou ele.
Em sua apresentação inicial, Gushiken afirmou que em sua gestão aperfeiçoou mecanismos de publicidade oficial. Lembrou que o governo criou uma conta de publicidade e um comitê único de discussão entre estatais, ministérios e agências de publicidade que teria proporcionado economia de recursos. Gushiken também acusou a gestão anterior de utilizar a publicidade de estatais para fazer promoção da imagem do governo. "Isso motivou inclusive uma crítica do Tribunal de Contas da União a essa prática", disse ele.
Com Agência Brasil
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da Folha OnlineO chefe do Núcleo de Assuntos Estratégicos do governo, Luiz Gushiken, afirmou nesta quarta-feira que sua antiga pasta (a Secretaria de Comunicação e Gestão Estratégica) recebeu muitas "denúncias infundadas". O ex-ministro depõe à CPI dos Correios, onde é inquirido sobre sua suposta ingerência nos fundos de pensão. A suspeita é de que algumas entidades da previdência possam ter contribuído para o caixa dois do PT.
Gushiken foi inquirido de forma dura pelo relator, o deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), sobre o envolvimento da Secom com o esquema do "valerioduto", por meio de um suposto favorecimento das agências de publicidade do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza nas licitações públicas.
O ex-ministro da Secom rebateu as suspeições de favorecimento. "Há licitações. Estas habilitações são técnicas", afirmou ele.
Em sua apresentação inicial, Gushiken afirmou que em sua gestão aperfeiçoou mecanismos de publicidade oficial. Lembrou que o governo criou uma conta de publicidade e um comitê único de discussão entre estatais, ministérios e agências de publicidade que teria proporcionado economia de recursos. Gushiken também acusou a gestão anterior de utilizar a publicidade de estatais para fazer promoção da imagem do governo. "Isso motivou inclusive uma crítica do Tribunal de Contas da União a essa prática", disse ele.
Com Agência Brasil
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