11/10/2005
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12h26
Por cinco votos a um, a Mesa Diretora da Câmara aprovou nesta terça-feira o relatório da Corregedoria da Casa que recomenda a abertura de processo disciplinar contra 13 deputados envolvidos no suposto esquema do "mensalão".
O deputado João Caldas (PL-AL) foi o único que votou contra o relatório. No entanto, ele desistiu de pedir vista ao processo.
Segundo o secretário-geral da Mesa Diretora, Mozart Vianna, os despachos serão encaminhados ao Conselho de Ética da Câmara até sexta-feira. Isso porque a Mesa decidiu dividir o processo em 13 relatórios individuais antes de enviar a documentação.
O presidente do Conselho, Ricardo Izar (PTB-SP), deve agendar para a próxima terça-feira a instauração dos processos. A partir daí, os acusados não podem renunciar ao mandato como forma de escapar à inelegibilidade até 2015.
Os 13 deputados --seis do PT, quatro do PP, um do PMDB, um do PFL e um do PL-- são acusados de envolvimento no esquema de financiamento de partidos aliados montado pela ex-direção do PT com o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza. Outros três, José Dirceu (PT-SP), Sandro Mabel (PL-GO) e Romeu Queiroz (PTB-MG), sofrem a mesma acusação, mas já são processados pelo Conselho.
Com Folha de S.Paulo
Especial
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Mesa da Câmara aprova relatório sobre processos contra 13 deputados
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da Folha OnlinePor cinco votos a um, a Mesa Diretora da Câmara aprovou nesta terça-feira o relatório da Corregedoria da Casa que recomenda a abertura de processo disciplinar contra 13 deputados envolvidos no suposto esquema do "mensalão".
O deputado João Caldas (PL-AL) foi o único que votou contra o relatório. No entanto, ele desistiu de pedir vista ao processo.
Segundo o secretário-geral da Mesa Diretora, Mozart Vianna, os despachos serão encaminhados ao Conselho de Ética da Câmara até sexta-feira. Isso porque a Mesa decidiu dividir o processo em 13 relatórios individuais antes de enviar a documentação.
O presidente do Conselho, Ricardo Izar (PTB-SP), deve agendar para a próxima terça-feira a instauração dos processos. A partir daí, os acusados não podem renunciar ao mandato como forma de escapar à inelegibilidade até 2015.
Os 13 deputados --seis do PT, quatro do PP, um do PMDB, um do PFL e um do PL-- são acusados de envolvimento no esquema de financiamento de partidos aliados montado pela ex-direção do PT com o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza. Outros três, José Dirceu (PT-SP), Sandro Mabel (PL-GO) e Romeu Queiroz (PTB-MG), sofrem a mesma acusação, mas já são processados pelo Conselho.
Com Folha de S.Paulo
Especial

