04/11/2005
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17h55
O presidente nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Roberto Busato, afirmou nesta sexta-feira que já existe a possibilidade de discutir o "remédio amargo" do impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Busato fez essa declaração após ser questionado sobre as denúncias do caso Banco do Brasil/Visanet.
"Com esta denúncia já há origem e destino das verbas que abasteceram o chamado "mensalão". Havendo a comprovação dos fatos e diante da falta de transparência do presidente Lula na crise, todo cenário é possível, inclusive o remédio amargo: o impeachment", afirmou ele, em declaração divulgada pela assessoria da OAB.
Ontem, o relator da CPI dos Correios, Osmar Serraglio (PMDB-PR), afirmou que o Banco do Brasil desviou R$ 10 milhões para o PT por meio de verbas de publicidade da Visanet, empresa que tem participação acionária do BB. Hoje, o deputado e integrante da mesma CPI, Carlos Abicalil (PT-MT), disse que a versão do relator sobre o envolvimento do BB pode cair na próxima semana com a apresentação de documentos da DNA, agência de publicidade do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza.
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Presidente da OAB admite discutir impeachment de Lula
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da Folha OnlineO presidente nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Roberto Busato, afirmou nesta sexta-feira que já existe a possibilidade de discutir o "remédio amargo" do impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Busato fez essa declaração após ser questionado sobre as denúncias do caso Banco do Brasil/Visanet.
"Com esta denúncia já há origem e destino das verbas que abasteceram o chamado "mensalão". Havendo a comprovação dos fatos e diante da falta de transparência do presidente Lula na crise, todo cenário é possível, inclusive o remédio amargo: o impeachment", afirmou ele, em declaração divulgada pela assessoria da OAB.
Ontem, o relator da CPI dos Correios, Osmar Serraglio (PMDB-PR), afirmou que o Banco do Brasil desviou R$ 10 milhões para o PT por meio de verbas de publicidade da Visanet, empresa que tem participação acionária do BB. Hoje, o deputado e integrante da mesma CPI, Carlos Abicalil (PT-MT), disse que a versão do relator sobre o envolvimento do BB pode cair na próxima semana com a apresentação de documentos da DNA, agência de publicidade do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza.
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