18/11/2005
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21h05
O sindicalista Pedro Laurindo da Silva, 46, um dos diretores do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Marabá (sudeste do Pará), foi morto na noite de ontem com dois tiros de revólver calibre 38. Ele estava no centro da cidade. Silva coordenava o acampamento Zumbi dos Palmares II, uma invasão dentro da fazenda Cabo de Aço, a 70 km do centro de Marabá.
Essa fazenda, de acordo com o coordenador da Fetagri (Federação dos Trabalhadores na Agricultura) na região, Francisco de Assis Solidade da Costa, estava sendo negociada com o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), mas o valor da desapropriação do imóvel ainda não foi definido.
Solidade disse que a situação na área invadida é tensa e que Laurindo havia sido ameaçado de morte. Um suposto pistoleiro foi preso logo após o assassinato de Pedro Laurindo da Silva. Segundo a delegada Fernanda da Silva Pereira, ele confessou o crime.
O acusado disse que comprou do sindicalista 20 hectares de terra por R$ 500, mas Silva não teria entregado a propriedade nem devolvido o dinheiro. A delegada, no entanto, disse que trabalha com a possibilidade de ser tratar de um crime de encomenda.
Em resposta ao assassinato do sindicalista, a Fetagri anunciou que vai invadir a fazenda em definitivo e forçar uma desapropriação o mais breve possível. O anuncio foi feito hoje à tarde, durante o protesto que aconteceu no trevo que dá acesso aos três núcleos urbanos de Marabá.
Pistoleiro mata sindicalista no Pará com dois tiros
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da Agência Folha, em MarabáO sindicalista Pedro Laurindo da Silva, 46, um dos diretores do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Marabá (sudeste do Pará), foi morto na noite de ontem com dois tiros de revólver calibre 38. Ele estava no centro da cidade. Silva coordenava o acampamento Zumbi dos Palmares II, uma invasão dentro da fazenda Cabo de Aço, a 70 km do centro de Marabá.
Essa fazenda, de acordo com o coordenador da Fetagri (Federação dos Trabalhadores na Agricultura) na região, Francisco de Assis Solidade da Costa, estava sendo negociada com o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), mas o valor da desapropriação do imóvel ainda não foi definido.
Solidade disse que a situação na área invadida é tensa e que Laurindo havia sido ameaçado de morte. Um suposto pistoleiro foi preso logo após o assassinato de Pedro Laurindo da Silva. Segundo a delegada Fernanda da Silva Pereira, ele confessou o crime.
O acusado disse que comprou do sindicalista 20 hectares de terra por R$ 500, mas Silva não teria entregado a propriedade nem devolvido o dinheiro. A delegada, no entanto, disse que trabalha com a possibilidade de ser tratar de um crime de encomenda.
Em resposta ao assassinato do sindicalista, a Fetagri anunciou que vai invadir a fazenda em definitivo e forçar uma desapropriação o mais breve possível. O anuncio foi feito hoje à tarde, durante o protesto que aconteceu no trevo que dá acesso aos três núcleos urbanos de Marabá.

