04/01/2006
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13h40
A deputada federal Fátima Bezerra (PT-RN) e o presidente do Conselho de Ética da Câmara, Ricardo Izar (PTB-SP), também anunciaram que abriram mão do salário extra da convocação extraordinária da Casa, que conta com 513 deputados.
Segundo a assessoria da deputada, o dinheiro foi repassado para "instituições que lidam com a questão social no Rio Grande do Norte", Estado de origem da congressista. Segundo a deputada, o "salário extra é legal, está previsto na lei, mas não é ético".
A doação de recursos para os Estados de origem tem sido a regra entre os parlamentares que abriram mão dos salários extras. Dos 50 deputados que, até ontem, haviam divulgado abrir mão dos R$ 25.694,40 extras a que têm direito pela convocação --de 16 de dezembro a 14 de fevereiro--, 22 disseram que os doarão.
A convocação do Congresso teve por objetivo acelerar os processos de cassação dos parlamentares envolvidos no escândalo do "mensalão", o que arretou custos estimados da ordem de R$ 100 milhões. No entanto, as duas Casas (Câmara e Senado) ficaram praticamente vazios nos primeiros dias de convocação. O Conselho de Ética da Câmara, a última instância dos processos de cassação antes do plenário, encerrou suas atividades pouco antes do final do ano para somente retornar no dia 9 deste mês.
Izar afirmou que destinou o dinheiro para três Apaes (Associação de Pais e Amigos de Excepcionais) do Estado de São Paulo.
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da Folha OnlineA deputada federal Fátima Bezerra (PT-RN) e o presidente do Conselho de Ética da Câmara, Ricardo Izar (PTB-SP), também anunciaram que abriram mão do salário extra da convocação extraordinária da Casa, que conta com 513 deputados.
Segundo a assessoria da deputada, o dinheiro foi repassado para "instituições que lidam com a questão social no Rio Grande do Norte", Estado de origem da congressista. Segundo a deputada, o "salário extra é legal, está previsto na lei, mas não é ético".
A doação de recursos para os Estados de origem tem sido a regra entre os parlamentares que abriram mão dos salários extras. Dos 50 deputados que, até ontem, haviam divulgado abrir mão dos R$ 25.694,40 extras a que têm direito pela convocação --de 16 de dezembro a 14 de fevereiro--, 22 disseram que os doarão.
A convocação do Congresso teve por objetivo acelerar os processos de cassação dos parlamentares envolvidos no escândalo do "mensalão", o que arretou custos estimados da ordem de R$ 100 milhões. No entanto, as duas Casas (Câmara e Senado) ficaram praticamente vazios nos primeiros dias de convocação. O Conselho de Ética da Câmara, a última instância dos processos de cassação antes do plenário, encerrou suas atividades pouco antes do final do ano para somente retornar no dia 9 deste mês.
Izar afirmou que destinou o dinheiro para três Apaes (Associação de Pais e Amigos de Excepcionais) do Estado de São Paulo.
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