16/01/2006
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20h38
da Folha Online, em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez nesta segunda-feira um pronunciamento em rede de rádio e TV sobre a quitação da dívida brasileira junto ao FMI (Fundo Monetário Internacional). Segundo ele, o Brasil não precisa mais prestar contas ao organismo internacional.
"Se houver uma crise financeira internacional não vamos mais estar à beira da falência como ocorreu em 1998, quando o país teve que reduzir investimentos, diminuir o emprego e mendigar ajuda mundo afora, e não vamos mais ter que prestar contas ao FMI. Ao contrário, a partir de agora ele é que tem que nos prestar contas, pois não somos mais devedores e, sim, sócios soberanos", disse ele.
No mês passado, o governo decidiu antecipar o pagamento de US$ 15,57 bilhões em dívidas com o FMI que venceriam até o final de 2007. Mais uma vez o presidente repetiu que a partir de agora "o Brasil vai caminhar com as próprias pernas".
Como já tinha feito no discurso feito na semana passada na presença do diretor-gerente do FMI, Rodrigo de Rato, Lula também ressaltou os dados positivos da economia e os avanços na área social. "Elas [vitórias] mostram que com equilíbrio e maturidade o Brasil está conseguindo fazer da política econômica e da política social duas faces de uma mesma moeda, dois pilares de um projeto de nação moderno e humano", acredita o presidente.
Lembrou ainda que com a redução da dívida a economia brasileira fica menos vulnerável a choques externo, além da economia com os gastos com juros. No pronunciamento, o presidente Lula afirmou que será lançado nos próximos dias o projeto Brasil Produtivo e Solidário.
A idéia é trabalhar ações sociais de forma conjunto com ações que estimulem o setor produtivo. "Nestes 36 meses de governo fizemos tudo que era necessário para consolidar a estabilidade e garantir que o Brasil encontrasse o seu caminho. Esta já é uma vitória assegurada. Chegou a hora de darmos um novo passo, o momento da união definitiva, do produtivo com o social. Assim como foi na conquista da estabilidade, esta é também uma luta que se fará por etapas".
Especial
Leia o que já foi publicado sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Brasil não precisa mais prestar contas ao FMI, diz Lula
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ANA PAULA RIBEIROda Folha Online, em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez nesta segunda-feira um pronunciamento em rede de rádio e TV sobre a quitação da dívida brasileira junto ao FMI (Fundo Monetário Internacional). Segundo ele, o Brasil não precisa mais prestar contas ao organismo internacional.
"Se houver uma crise financeira internacional não vamos mais estar à beira da falência como ocorreu em 1998, quando o país teve que reduzir investimentos, diminuir o emprego e mendigar ajuda mundo afora, e não vamos mais ter que prestar contas ao FMI. Ao contrário, a partir de agora ele é que tem que nos prestar contas, pois não somos mais devedores e, sim, sócios soberanos", disse ele.
No mês passado, o governo decidiu antecipar o pagamento de US$ 15,57 bilhões em dívidas com o FMI que venceriam até o final de 2007. Mais uma vez o presidente repetiu que a partir de agora "o Brasil vai caminhar com as próprias pernas".
Como já tinha feito no discurso feito na semana passada na presença do diretor-gerente do FMI, Rodrigo de Rato, Lula também ressaltou os dados positivos da economia e os avanços na área social. "Elas [vitórias] mostram que com equilíbrio e maturidade o Brasil está conseguindo fazer da política econômica e da política social duas faces de uma mesma moeda, dois pilares de um projeto de nação moderno e humano", acredita o presidente.
Lembrou ainda que com a redução da dívida a economia brasileira fica menos vulnerável a choques externo, além da economia com os gastos com juros. No pronunciamento, o presidente Lula afirmou que será lançado nos próximos dias o projeto Brasil Produtivo e Solidário.
A idéia é trabalhar ações sociais de forma conjunto com ações que estimulem o setor produtivo. "Nestes 36 meses de governo fizemos tudo que era necessário para consolidar a estabilidade e garantir que o Brasil encontrasse o seu caminho. Esta já é uma vitória assegurada. Chegou a hora de darmos um novo passo, o momento da união definitiva, do produtivo com o social. Assim como foi na conquista da estabilidade, esta é também uma luta que se fará por etapas".
Especial

