28/03/2006
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09h12
da Folha de S.Paulo, em Brasília
O caseiro Francenildo dos Santos Costa, 24, fez ontem apenas um comentário, por meio de seu advogado, Wlício Nascimento, sobre a queda do ministro da Fazenda, Antonio Palocci: "Está ficando provado que o lado mais fraco não é o do simples caseiro. É o da mentira".
O caseiro deve falar hoje à Corregedoria do Senado. Ele também foi convidado por advogados e entidades não-governamentais a depor na sede da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), em São Paulo, na quinta-feira.
Haverá um "ato de solidariedade" ao caseiro, cujo sigilo foi violado pela Caixa Econômica Federal após fazer denúncias contra Palocci.
Um dos objetivos do ato, diz o coordenador, o advogado e ex-ministro da Justiça da gestão FHC Miguel Reale Jr., é responder à decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que suspendeu o depoimento do caseiro na CPI dos Bingos, no último dia 16. "É uma resposta a todos que tentaram calá-lo."
O ato foi organizado pelo grupo de entidades não-governamentais "Da Indignação à Ação" em parceria com o "Movimento Pró-Congresso", formado por cerca de cem deputados federais e senadores.
Reale Jr. pagará a passagem do caseiro de ida, e o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), a de volta.
O advogado de Francenildo analisa a abertura de uma ação de indenização por danos morais e materiais contra a Caixa e contra a a revista "Época", que publicou reportagem sobre a movimentação financeira do caseiro.
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Para caseiro, queda prova o "lado mais fraco"
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RUBENS VALENTEda Folha de S.Paulo, em Brasília
O caseiro Francenildo dos Santos Costa, 24, fez ontem apenas um comentário, por meio de seu advogado, Wlício Nascimento, sobre a queda do ministro da Fazenda, Antonio Palocci: "Está ficando provado que o lado mais fraco não é o do simples caseiro. É o da mentira".
O caseiro deve falar hoje à Corregedoria do Senado. Ele também foi convidado por advogados e entidades não-governamentais a depor na sede da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), em São Paulo, na quinta-feira.
Haverá um "ato de solidariedade" ao caseiro, cujo sigilo foi violado pela Caixa Econômica Federal após fazer denúncias contra Palocci.
Um dos objetivos do ato, diz o coordenador, o advogado e ex-ministro da Justiça da gestão FHC Miguel Reale Jr., é responder à decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que suspendeu o depoimento do caseiro na CPI dos Bingos, no último dia 16. "É uma resposta a todos que tentaram calá-lo."
O ato foi organizado pelo grupo de entidades não-governamentais "Da Indignação à Ação" em parceria com o "Movimento Pró-Congresso", formado por cerca de cem deputados federais e senadores.
Reale Jr. pagará a passagem do caseiro de ida, e o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), a de volta.
O advogado de Francenildo analisa a abertura de uma ação de indenização por danos morais e materiais contra a Caixa e contra a a revista "Época", que publicou reportagem sobre a movimentação financeira do caseiro.
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