17/04/2006
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19h48
O PSDB conseguiu hoje uma liminar que suspende a circulação da edição desse bimestre do Jornal da CUT (Central Única dos Trabalhadores), em uma decisão que se estende para o site da central sindical. A liminar foi concedida pelo ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Marcelo Ribeiro, em resposta a uma representação do partido.
Segundo a legenda, o jornal configurava "clara propaganda eleitoral antecipada negativa, em flagrante violação da legislação eleitoral". A edição março-abril fazia um balanço do governo de Geraldo Alckmin, o candidato tucano à Presidência da República, que se desincompatibilizou do cargo no final de março.
O PSDB também chamou a atenção para o aumento da tiragem do jornal que, segundo o partido, teria elevado de 30 mil exemplares para 1,5 milhão. O presidente do diretório paulista da legenda, o deputado estadual Sidney Beraldo, afirmou que "esta prática revela o uso ilegal de recursos do trabalhador, por um braço do PT com fins eleitoreiros".
Outro lado
A CUT-SP, responsável pela publicação, comunicou que já recorreu da decisão do ministro Marcelo Ribeiro. O presidente da entidade, Edílson de Paula, afirma que o jornal "não teve nenhum caráter eleitoral e nem partidário" e que o balanço do governo Alckmin "foi baseado em notícias e estatísticas amplamente divulgadas pelos meios de comunicação de massa".
"Já tomamos as medidas cabíveis e vamos aguardar a apreciação do TSE sobre a nossa defesa", afirma Edílson de Paula.
"Assim como a grande imprensa tem toda a liberdade em investigar a vida pública das autoridades, nós temos o compromisso de alertar o trabalhador e mantê-lo consciente do que está acontecendo", diz o presidente da CUT-SP.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre eleições 2006
PSDB consegue liminar para suspender jornal da CUT
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da Folha OnlineO PSDB conseguiu hoje uma liminar que suspende a circulação da edição desse bimestre do Jornal da CUT (Central Única dos Trabalhadores), em uma decisão que se estende para o site da central sindical. A liminar foi concedida pelo ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Marcelo Ribeiro, em resposta a uma representação do partido.
Segundo a legenda, o jornal configurava "clara propaganda eleitoral antecipada negativa, em flagrante violação da legislação eleitoral". A edição março-abril fazia um balanço do governo de Geraldo Alckmin, o candidato tucano à Presidência da República, que se desincompatibilizou do cargo no final de março.
O PSDB também chamou a atenção para o aumento da tiragem do jornal que, segundo o partido, teria elevado de 30 mil exemplares para 1,5 milhão. O presidente do diretório paulista da legenda, o deputado estadual Sidney Beraldo, afirmou que "esta prática revela o uso ilegal de recursos do trabalhador, por um braço do PT com fins eleitoreiros".
Outro lado
A CUT-SP, responsável pela publicação, comunicou que já recorreu da decisão do ministro Marcelo Ribeiro. O presidente da entidade, Edílson de Paula, afirma que o jornal "não teve nenhum caráter eleitoral e nem partidário" e que o balanço do governo Alckmin "foi baseado em notícias e estatísticas amplamente divulgadas pelos meios de comunicação de massa".
"Já tomamos as medidas cabíveis e vamos aguardar a apreciação do TSE sobre a nossa defesa", afirma Edílson de Paula.
"Assim como a grande imprensa tem toda a liberdade em investigar a vida pública das autoridades, nós temos o compromisso de alertar o trabalhador e mantê-lo consciente do que está acontecendo", diz o presidente da CUT-SP.
Especial


