29/04/2006
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13h56
da Folha Online
O 13º Encontro Nacional do PT aprovou neste sábado uma política de alianças amplas para reeleger o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com isso, o partido estará livre para buscar o apoio do PMDB e, até mesmo, se coligar com partidos envolvidos com o suposto "mensalão", como o PP, PL e PTB.
Essa política de alianças amplas deve beneficiar, principalmente, as negociações do PT com o PMDB, que pretende eleger pelo menos nove governadores.
"O PT é um partido que tem base. Não se pode dar ao luxo de fechar portas e já fixar parâmetros absolutos em relação à reeleição", disse o presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini.
A resolução aprovada hoje veta apenas alianças com o PSDB e o PFL, que estarão juntos nas eleições deste ano. O PT deve restringir também o PPS, que decidiu apoiar um eventual pedido de impeachment que venha a ser feito por um representante da sociedade civil.
Para os petistas, já está certo que o partido contará com o apoio do PC do B e PSB, tradicionais aliados nas eleições anteriores.
Pela resolução aprovada hoje, a política de alianças será negociada pelo Diretório Nacional, composto por 81 membros.
"A direção vai avaliar [as alianças] caso a caso com os partidos de esquerda e demais, exceto com o PSDB e PFL", disse Berzoini.
Segundo ele, as negociações serão iniciadas já a partir da próxima semana. "Vamos trabalhar no mês de maio para acelerar essas conversas e tentar chegar a uma conclusão."
O 13º Encontro Nacional do PT conta com a presença de 1.200 delegados de todo o país.
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PT aprova alianças amplas para reeleger Lula
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TATHIANA BARBARda Folha Online
O 13º Encontro Nacional do PT aprovou neste sábado uma política de alianças amplas para reeleger o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com isso, o partido estará livre para buscar o apoio do PMDB e, até mesmo, se coligar com partidos envolvidos com o suposto "mensalão", como o PP, PL e PTB.
Essa política de alianças amplas deve beneficiar, principalmente, as negociações do PT com o PMDB, que pretende eleger pelo menos nove governadores.
"O PT é um partido que tem base. Não se pode dar ao luxo de fechar portas e já fixar parâmetros absolutos em relação à reeleição", disse o presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini.
| Paulo Whitaker/Reuters |
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| Lula defendeu alianças livres |
A resolução aprovada hoje veta apenas alianças com o PSDB e o PFL, que estarão juntos nas eleições deste ano. O PT deve restringir também o PPS, que decidiu apoiar um eventual pedido de impeachment que venha a ser feito por um representante da sociedade civil.
Para os petistas, já está certo que o partido contará com o apoio do PC do B e PSB, tradicionais aliados nas eleições anteriores.
Pela resolução aprovada hoje, a política de alianças será negociada pelo Diretório Nacional, composto por 81 membros.
"A direção vai avaliar [as alianças] caso a caso com os partidos de esquerda e demais, exceto com o PSDB e PFL", disse Berzoini.
Segundo ele, as negociações serão iniciadas já a partir da próxima semana. "Vamos trabalhar no mês de maio para acelerar essas conversas e tentar chegar a uma conclusão."
O 13º Encontro Nacional do PT conta com a presença de 1.200 delegados de todo o país.
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