02/05/2006
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18h03
da Folha Online, no Rio de Janeiro
O pré-candidato do PMDB à Presidência da República, Anthony Garotinho, afirmou hoje que está abatido, após 42 horas de greve de fome, mas disse que pode levar seu "protesto" contra a cobertura da imprensa até as últimas consequências. "Estou disposto a fazer greve de fome mesmo que seja até a morte. Quem vai me julgar é Deus", disse ele, que conversou hoje com jornalistas da imprensa estrangeira.
Garotinho iniciou no domingo uma greve de fome, instalado na sede do PMDB no Rio de Janeiro. Do lado de fora do diretório, houve choque entre manifestantes por causa do ex-governador do Rio de Janeiro.
Segundo o último boletim médico, ele já perdeu 1,3 kg e está com 88,6 kg, mas sem apresentar quadro de febre ou maiores complicações médicas. O ex-governador se diz "abatido" mas afirma estar mais preocupado com a "honra" do que com a candidatura. Também afirmou que já ficou, no máximo, 12 horas em jejum mas por questões religiosas.
Ele se recusa a falar com os jornalistas brasileiros e diz que sua greve é uma forma de protesto contra o que chama de "campanha mentirosa e sórdida", que tenta "desconstruir" sua "imagem como administrador, homem público", além de ridicularizar suas "posições cristãs e éticas".
Durante a entrevista à imprensa internacional, ele disse que é vítima de um "complô" porque representa uma alternativa de "ruptura com sistema neoliberal".
O presidenciável do PMDB afirma que somente suspende seu "protesto" sob duas condições: a supervisão internacional das eleições brasileiras e a cessão de espaço em veículos de comunicação para que "a população possa conhecer a verdade dos fatos".
Nessas 42 horas, o ex-governador é acompanhado por um médico, além de receber visitas frequentes de sua família, amigos e políticos. Hoje, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) e o prefeito de Goiânia Iris Resende ligaram para falar com o ex-governador
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Abatido, Garotinho diz que faz greve de fome "mesmo que seja até a morte"
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IVONE PORTESda Folha Online, no Rio de Janeiro
O pré-candidato do PMDB à Presidência da República, Anthony Garotinho, afirmou hoje que está abatido, após 42 horas de greve de fome, mas disse que pode levar seu "protesto" contra a cobertura da imprensa até as últimas consequências. "Estou disposto a fazer greve de fome mesmo que seja até a morte. Quem vai me julgar é Deus", disse ele, que conversou hoje com jornalistas da imprensa estrangeira.
Garotinho iniciou no domingo uma greve de fome, instalado na sede do PMDB no Rio de Janeiro. Do lado de fora do diretório, houve choque entre manifestantes por causa do ex-governador do Rio de Janeiro.
Segundo o último boletim médico, ele já perdeu 1,3 kg e está com 88,6 kg, mas sem apresentar quadro de febre ou maiores complicações médicas. O ex-governador se diz "abatido" mas afirma estar mais preocupado com a "honra" do que com a candidatura. Também afirmou que já ficou, no máximo, 12 horas em jejum mas por questões religiosas.
Ele se recusa a falar com os jornalistas brasileiros e diz que sua greve é uma forma de protesto contra o que chama de "campanha mentirosa e sórdida", que tenta "desconstruir" sua "imagem como administrador, homem público", além de ridicularizar suas "posições cristãs e éticas".
Durante a entrevista à imprensa internacional, ele disse que é vítima de um "complô" porque representa uma alternativa de "ruptura com sistema neoliberal".
O presidenciável do PMDB afirma que somente suspende seu "protesto" sob duas condições: a supervisão internacional das eleições brasileiras e a cessão de espaço em veículos de comunicação para que "a população possa conhecer a verdade dos fatos".
Nessas 42 horas, o ex-governador é acompanhado por um médico, além de receber visitas frequentes de sua família, amigos e políticos. Hoje, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) e o prefeito de Goiânia Iris Resende ligaram para falar com o ex-governador
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