10/05/2006
-
13h13
da Folha Online, em Brasília
O ex-secretário-geral do PT Silvio Pereira afirmou hoje para a CPI dos Bingos que conhece o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, amigo pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, Okamotto era conhecido dentro do PT como "Patinhas".
"A imagem que tenho de Paulo Okamotto é de uma pessoa muito séria. Ele sempre foi muito conservador em termos de gastos. Era chamado de Patinhas. Não deixava gastar", disse ele.
Silvinho --como é chamado pelo PT-- negou, entretanto que Okamotto tenha cuidado da arrecadação de recursos para a campanha eleitoral do partido de 2002. "Não, ele cuidava da instalação da sede. Não lembro se cuidou de dinheiro."
Sobre a entrevista que deu para o jornal "O Globo", em que disse que havia "cem Marcos Valérios" operando no país, ele afirmou que não estava se referindo ao PT. "Estava discutindo o Brasil. Disse que se era para fazer investigação séria era preciso tirar todos os Marcos Valérios, têm muitos por aí."
Para o "Globo", ele disse que o empresário mineiro Marcos Valério de Souza queria arrecadar R$ 1 bilhão até o final do governo Lula junto a empresas que mantém contratos com o governo.
Silvinho disse ainda que o "valerioduto" continuaria em funcionamento no governo federal por intermédio de outros lobistas.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre a CPI dos Bingos
Leia o que já foi publicado sobre a CPI dos Correios
Leia a cobertura completa sobre a crise em Brasília
Silvio Pereira diz que Okamotto era conhecido como "Patinhas"
Publicidade
FELIPE RECONDOda Folha Online, em Brasília
O ex-secretário-geral do PT Silvio Pereira afirmou hoje para a CPI dos Bingos que conhece o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, amigo pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, Okamotto era conhecido dentro do PT como "Patinhas".
"A imagem que tenho de Paulo Okamotto é de uma pessoa muito séria. Ele sempre foi muito conservador em termos de gastos. Era chamado de Patinhas. Não deixava gastar", disse ele.
Silvinho --como é chamado pelo PT-- negou, entretanto que Okamotto tenha cuidado da arrecadação de recursos para a campanha eleitoral do partido de 2002. "Não, ele cuidava da instalação da sede. Não lembro se cuidou de dinheiro."
Sobre a entrevista que deu para o jornal "O Globo", em que disse que havia "cem Marcos Valérios" operando no país, ele afirmou que não estava se referindo ao PT. "Estava discutindo o Brasil. Disse que se era para fazer investigação séria era preciso tirar todos os Marcos Valérios, têm muitos por aí."
Para o "Globo", ele disse que o empresário mineiro Marcos Valério de Souza queria arrecadar R$ 1 bilhão até o final do governo Lula junto a empresas que mantém contratos com o governo.
Silvinho disse ainda que o "valerioduto" continuaria em funcionamento no governo federal por intermédio de outros lobistas.
Especial


