01/06/2006
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16h14
da Folha Online, em Brasília
O candidato tucano à Presidência da República, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou da omissão para o cinismo. "Primeiro ele dizia que nada sabia. Agora, fala que corrupção não tem problema."
A afirmação de Alckmin foi uma resposta às declarações de Lula, em Manaus (AM), de que a oposição pode usar em seu programa eleitoral imagens das CPIs que comprovam a corrupção em seu governo porque ele, em contrapartida, tem ações para mostrar. "Quem não tem argumento, xinga", disse o presidente.
O tucano afirmou que a gestão petista está promovendo "uma grande farra cambial e fiscal com objetivos meramente eleitoreiros". Segundo ele, "quando o atual cenário externo benigno mudar e os sinais de que isso pode acontecer estão aí, o Brasil vai ter mais problemas que os outros países".
Alckmin disse ainda que Lula agiu de "modo irresponsável" com a política econômica ao manter os juros elevados para valorizar o real. "Com isso, perdemos a oportunidade de lançar um país num verdadeiro ciclo sustentado de desenvolvimento."
O candidato do PSDB afirmou também que o Brasil deve ter pelo menos duas mil obras federais paralisadas e que, em seu governo, a segurança pública terá prioridade absoluta.
Alckmin se reuniu hoje, em Brasília, com diretores de sucursais dos jornais nacionais e, em seguida, almoçou com o presidente do PSDB, Tasso Jereissati (CE).
Especial
Leia o que já foi publicado sobre as eleições 2006
Alckmin diz que Lula passou da omissão para o cinismo e promove "farra cambial"
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ANDREZA MATAISda Folha Online, em Brasília
O candidato tucano à Presidência da República, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou da omissão para o cinismo. "Primeiro ele dizia que nada sabia. Agora, fala que corrupção não tem problema."
A afirmação de Alckmin foi uma resposta às declarações de Lula, em Manaus (AM), de que a oposição pode usar em seu programa eleitoral imagens das CPIs que comprovam a corrupção em seu governo porque ele, em contrapartida, tem ações para mostrar. "Quem não tem argumento, xinga", disse o presidente.
O tucano afirmou que a gestão petista está promovendo "uma grande farra cambial e fiscal com objetivos meramente eleitoreiros". Segundo ele, "quando o atual cenário externo benigno mudar e os sinais de que isso pode acontecer estão aí, o Brasil vai ter mais problemas que os outros países".
Alckmin disse ainda que Lula agiu de "modo irresponsável" com a política econômica ao manter os juros elevados para valorizar o real. "Com isso, perdemos a oportunidade de lançar um país num verdadeiro ciclo sustentado de desenvolvimento."
O candidato do PSDB afirmou também que o Brasil deve ter pelo menos duas mil obras federais paralisadas e que, em seu governo, a segurança pública terá prioridade absoluta.
Alckmin se reuniu hoje, em Brasília, com diretores de sucursais dos jornais nacionais e, em seguida, almoçou com o presidente do PSDB, Tasso Jereissati (CE).
Especial


