12/06/2006
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13h06
da Folha Online
O candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin, vai priorizar as cidades de porte médio --acima de 100 mil habitantes e com meios de comunicações locais fortes-- para lutar contra o desconhecimento da população de sua candidatura. O coordenador geral de campanha, o senador Sérgio Guerra (PSDB-PE), disse que o ex-governador de São Paulo deve percorrer pelo menos 50 cidades nas próximas semanas, sendo 8 somente em Minas Gerais.
São cidades que Guerra chama de "centros médios", com jornais e rádios que possam difundir a imagem do ex-governador para os municípios que fazem parte do entorno. Ontem, durante a convenção nacional do PSDB, em Belo Horizonte, a reportagem da Folha de S.Paulo constatou que alguns militantes não sabiam o nome do candidato.
O coordenador afirmou que Alckmin também vai investir em seu programa de governo, com foco na questão do crescimento econômico e geração de emprego. "O discurso em Minas foi uma obrigação de campanha. Todo candidato que mostrar a que veio e falar o que quer fazer. Nos próximos dias, ele vai abrir o programa de governo para receber contribuições", disse ele.
Guerra, no entanto, admite que o partido ainda não definiu uma bandeira de apelo popular para a campanha, o que tem sido alvo de críticas internas dentro da aliança. "Essa questão da bandeira vai ser definida durante a campanha, nos comícios e no horário eleitoral", afirma, e ressalta que a prioridade imediata do governo --em seu discurso ontem-- foi rebater críticas de que ainda não havia articulado um programa mínimo de governo.
O PPS, que caminha para formalizar uma aliança com o PSDB e PFL, diz Guerra, deve contribuir principalmente na parte programática. "O PPS representa uma visão que não nem do PSDB nem do PFL", afirma Guerra.
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EPAMINONDAS NETOda Folha Online
O candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin, vai priorizar as cidades de porte médio --acima de 100 mil habitantes e com meios de comunicações locais fortes-- para lutar contra o desconhecimento da população de sua candidatura. O coordenador geral de campanha, o senador Sérgio Guerra (PSDB-PE), disse que o ex-governador de São Paulo deve percorrer pelo menos 50 cidades nas próximas semanas, sendo 8 somente em Minas Gerais.
São cidades que Guerra chama de "centros médios", com jornais e rádios que possam difundir a imagem do ex-governador para os municípios que fazem parte do entorno. Ontem, durante a convenção nacional do PSDB, em Belo Horizonte, a reportagem da Folha de S.Paulo constatou que alguns militantes não sabiam o nome do candidato.
O coordenador afirmou que Alckmin também vai investir em seu programa de governo, com foco na questão do crescimento econômico e geração de emprego. "O discurso em Minas foi uma obrigação de campanha. Todo candidato que mostrar a que veio e falar o que quer fazer. Nos próximos dias, ele vai abrir o programa de governo para receber contribuições", disse ele.
Guerra, no entanto, admite que o partido ainda não definiu uma bandeira de apelo popular para a campanha, o que tem sido alvo de críticas internas dentro da aliança. "Essa questão da bandeira vai ser definida durante a campanha, nos comícios e no horário eleitoral", afirma, e ressalta que a prioridade imediata do governo --em seu discurso ontem-- foi rebater críticas de que ainda não havia articulado um programa mínimo de governo.
O PPS, que caminha para formalizar uma aliança com o PSDB e PFL, diz Guerra, deve contribuir principalmente na parte programática. "O PPS representa uma visão que não nem do PSDB nem do PFL", afirma Guerra.
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