19/06/2006
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15h00
O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, elevou mais uma vez o tom de suas críticas ao governo Luiz Inácio Lula da Silva, e qualificou de "burrice" o pagamento da dívida de US$ 15 bilhões com o FMI (Fundo Monetário Internacional). Ele também chamou de "covarde" o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, por não aumentar o ritmo de queda dos juros básicos do país.
"O Brasil perdeu oportunidade, pois o PT não tem credibilidade. Passou 25 anos dizendo uma coisa e foi obrigado a fazer outra ao chegar ao governo", disse ele, durante entrevista à rádio CBN, reproduzida no site do PSDB.
Para Alckmin, Meirelles foi "covarde" ao não aproveitar um momento favorável da economia internacional para reduzir ainda mais a taxa de juros do país, hoje em 15,25% ao ano.
O ex-governador de São Paulo também criticou o pagamento da dívida do FMI, defendida pelo presidente Lula como uma forma de reduzir a vulnerabilidade externa do país. Alckmin disse que foi "burrice" porque o governo preferiu encerrar uma dívida que pagava juros mais baixos que os pagos pela dívida interna do governo, que remonta a quase R$ 1 trilhão.
Alckmin também afirmou que vai priorizar as reformas política, tributária e fiscal em um eventual governo tucano a partir de 2007. "O presidente Lula elevou a carga tributária para quase 40% do PIB e investiu apenas 0,4% do PIB em infra-estrutura. Se ele não melhorou a qualidade dos gastos em quatro anos, não fará em outro mandato", disse ele.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre eleições de 2006
Alckmin diz que foi "burrice" pagar dívida com FMI e chama Meirelles de "covarde"
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da Folha OnlineO candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, elevou mais uma vez o tom de suas críticas ao governo Luiz Inácio Lula da Silva, e qualificou de "burrice" o pagamento da dívida de US$ 15 bilhões com o FMI (Fundo Monetário Internacional). Ele também chamou de "covarde" o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, por não aumentar o ritmo de queda dos juros básicos do país.
"O Brasil perdeu oportunidade, pois o PT não tem credibilidade. Passou 25 anos dizendo uma coisa e foi obrigado a fazer outra ao chegar ao governo", disse ele, durante entrevista à rádio CBN, reproduzida no site do PSDB.
Para Alckmin, Meirelles foi "covarde" ao não aproveitar um momento favorável da economia internacional para reduzir ainda mais a taxa de juros do país, hoje em 15,25% ao ano.
O ex-governador de São Paulo também criticou o pagamento da dívida do FMI, defendida pelo presidente Lula como uma forma de reduzir a vulnerabilidade externa do país. Alckmin disse que foi "burrice" porque o governo preferiu encerrar uma dívida que pagava juros mais baixos que os pagos pela dívida interna do governo, que remonta a quase R$ 1 trilhão.
Alckmin também afirmou que vai priorizar as reformas política, tributária e fiscal em um eventual governo tucano a partir de 2007. "O presidente Lula elevou a carga tributária para quase 40% do PIB e investiu apenas 0,4% do PIB em infra-estrutura. Se ele não melhorou a qualidade dos gastos em quatro anos, não fará em outro mandato", disse ele.
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