13/07/2006
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18h17
O candidato do PSDB ao governo paulista, José Serra, considerou "estranho" que os ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital) aconteçam durante o período de campanha eleitoral. Ele fez os comentários em reação às declarações do senador Jorge Bornhausen (SC), presidente do PFL, que afirmou suspeitar de ligações entre PT e o PCC. Em campanha por Jales e Votuporanga, Serra afirmou que "existem indícios mas não provas".
O candidato lembrou do caso Jilmar Tatto, ex-secretário municipal de São Paulo durante a gestão Marta Suplicy (PT). Segundo inquérito da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes de Santo André, Tatto teria influência sobre perueiros que seriam ligados à facção criminosa PCC. A acusação foi considerada pelo ex-secretário como "infundadas" e que suspeitava de "cunho político" nas investigações.
As declarações de Bornhausen tiveram uma repercussão polêmica no meio político. O ministro Tarso Genro (Relações Institucionais) rebateu as críticas e disse que o senador pefelista tentava se aproveitar "eleitoralmente" da crise em São Paulo. O candidato a vice-governador em São Paulo, Alberto Goldman, afirmou que PCC aproveita o momento eleitoral para pressionar o governo do Estado.
Especial
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Serra acha "estranho" ataques do PCC em período eleitoral
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da Folha OnlineO candidato do PSDB ao governo paulista, José Serra, considerou "estranho" que os ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital) aconteçam durante o período de campanha eleitoral. Ele fez os comentários em reação às declarações do senador Jorge Bornhausen (SC), presidente do PFL, que afirmou suspeitar de ligações entre PT e o PCC. Em campanha por Jales e Votuporanga, Serra afirmou que "existem indícios mas não provas".
O candidato lembrou do caso Jilmar Tatto, ex-secretário municipal de São Paulo durante a gestão Marta Suplicy (PT). Segundo inquérito da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes de Santo André, Tatto teria influência sobre perueiros que seriam ligados à facção criminosa PCC. A acusação foi considerada pelo ex-secretário como "infundadas" e que suspeitava de "cunho político" nas investigações.
As declarações de Bornhausen tiveram uma repercussão polêmica no meio político. O ministro Tarso Genro (Relações Institucionais) rebateu as críticas e disse que o senador pefelista tentava se aproveitar "eleitoralmente" da crise em São Paulo. O candidato a vice-governador em São Paulo, Alberto Goldman, afirmou que PCC aproveita o momento eleitoral para pressionar o governo do Estado.
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