09/08/2006
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15h19
da Folha Online, em Brasília
O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin, disse nesta quarta-feira que vai lançar um pacote anti-corrupção. Seguindo recomendação do conselho político de sua campanha, o tucano já centrou o discurso nas denúncias que atingem o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição.
Segundo o candidato do PSDB, o governo não tem casos isolados. "As denúncias atingem vários ministérios. Precisamos recuperar princípios, os valores do povo brasileiro e modernizar o Estado", defendeu.
Alckmin disse ainda que o governo federal tem que dar exemplos para a sociedade. "Tem que ser um governo honesto, verdadeiro, compromissado com questões de interesse popular e com bons serviços prestados. O governo não pode atrapalhar o Brasil."
Sobre o Datafolha e a CNT/Sensus, que indicaram sua queda nas pesquisas, Alckmin disse que "são pequenas oscilações naturais". Ele advertiu que está satisfeito com os números e que o fato não muda em nada sua campanha.
O tucano afirmou que a campanha começa mesmo a partir da próxima terça-feira, quando serão veiculados os programas gratuitos de rádio e TV. "O horário eleitoral vai mostrar questões propositivas e que há um abismo [da candidatura do presidente Lula] entre o falar e o fazer. Nós fizemos, reduzimos impostos, aumentamos exportações e fortalecemos a economia de São Paulo mesmo sem os instrumentos macroeconômicos federais."
A Folha Online apurou que além de focar o discurso no combate à corrupção, o tucano também foi aconselhado pelo conselho político de sua campanha a aumentar o número de viagens no mesmo dia e diminuir o tempo que ele passa em cada local visitado. A avaliação é que Alckmin gastava muitas horas num só Estado, o que rende pouco para a campanha.
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Alckmin diz que vai lançar pacote anti-corrupção
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ANDREZA MATAISda Folha Online, em Brasília
O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin, disse nesta quarta-feira que vai lançar um pacote anti-corrupção. Seguindo recomendação do conselho político de sua campanha, o tucano já centrou o discurso nas denúncias que atingem o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição.
Segundo o candidato do PSDB, o governo não tem casos isolados. "As denúncias atingem vários ministérios. Precisamos recuperar princípios, os valores do povo brasileiro e modernizar o Estado", defendeu.
Alckmin disse ainda que o governo federal tem que dar exemplos para a sociedade. "Tem que ser um governo honesto, verdadeiro, compromissado com questões de interesse popular e com bons serviços prestados. O governo não pode atrapalhar o Brasil."
Sobre o Datafolha e a CNT/Sensus, que indicaram sua queda nas pesquisas, Alckmin disse que "são pequenas oscilações naturais". Ele advertiu que está satisfeito com os números e que o fato não muda em nada sua campanha.
O tucano afirmou que a campanha começa mesmo a partir da próxima terça-feira, quando serão veiculados os programas gratuitos de rádio e TV. "O horário eleitoral vai mostrar questões propositivas e que há um abismo [da candidatura do presidente Lula] entre o falar e o fazer. Nós fizemos, reduzimos impostos, aumentamos exportações e fortalecemos a economia de São Paulo mesmo sem os instrumentos macroeconômicos federais."
A Folha Online apurou que além de focar o discurso no combate à corrupção, o tucano também foi aconselhado pelo conselho político de sua campanha a aumentar o número de viagens no mesmo dia e diminuir o tempo que ele passa em cada local visitado. A avaliação é que Alckmin gastava muitas horas num só Estado, o que rende pouco para a campanha.
Especial


