10/08/2006
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14h19
da Folha Online
O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira que, para ajudar a solucionar a crise de segurança em São Paulo, as Forças Armadas devem fazer "manobras militares, não políticas".
"É uma instituição que não deve servir a manobras políticas", disse Alckmin, após participar de um evento na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) para representantes da construção civil.
O tucano criticou a atuação do Planalto nos recentes episódios de atentados atribuídos ao PCC (Primeiro Comando da Capital) no Estado e garantiu que, se eleito, a segurança será uma prioridade.
"Eu pretendo ter a questão da segurança como absoluta prioridade. Ela foi relegada a um plano secundário, o governo [do presidente Luiz Inácio Lula da Silva] não liberou os recursos e se omitiu nessa área", afirmou.
Para Alckmin, o Estado de São Paulo, governado por Cláudio Lembo (PFL) desde que ele próprio se licenciou para concorrer à Presidência, quer sim a ajuda federal, contanto que ela seja "efetiva".
Evitando responder se era contra ou a favor de o Exército ocupar as ruas do Estado, Alckmin deu outros exemplos de como, em sua opinião, a instituição poderia ajudar.
"O Estado aceita, quer toda a ajuda. Agora, ajudas efetivas, que é a liberação de recursos, que até hoje não aconteceu, a retirada dos presos federais, são mais de 1.500 que o Estado está tomando conta, a escolta dos presos federais, que é toda feita pelo Estado e tira muitos policiais de sua tarefa", disse.
Segundo o tucano, o que alimenta o crime organizado é o tráfico internacional de drogas e de armas. "Aí que as Forças Armadas têm um papel muito importante", afirmou.
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Alckmin diz que Exército deve fazer "manobras militares, não políticas"
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FELIPE NEVESda Folha Online
O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira que, para ajudar a solucionar a crise de segurança em São Paulo, as Forças Armadas devem fazer "manobras militares, não políticas".
"É uma instituição que não deve servir a manobras políticas", disse Alckmin, após participar de um evento na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) para representantes da construção civil.
O tucano criticou a atuação do Planalto nos recentes episódios de atentados atribuídos ao PCC (Primeiro Comando da Capital) no Estado e garantiu que, se eleito, a segurança será uma prioridade.
"Eu pretendo ter a questão da segurança como absoluta prioridade. Ela foi relegada a um plano secundário, o governo [do presidente Luiz Inácio Lula da Silva] não liberou os recursos e se omitiu nessa área", afirmou.
Para Alckmin, o Estado de São Paulo, governado por Cláudio Lembo (PFL) desde que ele próprio se licenciou para concorrer à Presidência, quer sim a ajuda federal, contanto que ela seja "efetiva".
Evitando responder se era contra ou a favor de o Exército ocupar as ruas do Estado, Alckmin deu outros exemplos de como, em sua opinião, a instituição poderia ajudar.
"O Estado aceita, quer toda a ajuda. Agora, ajudas efetivas, que é a liberação de recursos, que até hoje não aconteceu, a retirada dos presos federais, são mais de 1.500 que o Estado está tomando conta, a escolta dos presos federais, que é toda feita pelo Estado e tira muitos policiais de sua tarefa", disse.
Segundo o tucano, o que alimenta o crime organizado é o tráfico internacional de drogas e de armas. "Aí que as Forças Armadas têm um papel muito importante", afirmou.
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