17/08/2006
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19h33
da Folha Online, em Brasília
O procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, encaminhou hoje ao STF (Supremo Tribunal Federal) pedidos de abertura de inquérito contra 27 parlamentares envolvidos na máfia das ambulâncias. O STF já havia denunciado 57 parlamentares no início das investigações. Com os novos pedidos, chega a 84 o número de parlamentares que serão indiciados pelo STF.
A CPI dos Sanguessugas apontou o envolvimento de 72 parlamentares nas fraudes para a compra superfaturada de ambulância -- doze deputados e senadores a menos que o total a ser indiciado pelo STF. Todos os parlamentares indiciados exercem mandato, uma vez que
possuem foro privilegiado para serem julgados pelo STF.
O procurador manteve sob sigilo os nomes dos novos parlamentares a serem indiciados pelo Supremo. Ontem, Antonio Fernando de Souza recebeu o relatório parcial aprovado pela CPI na semana passada.
Segundo o procurador, os deputados que renunciarem aos mandatos mas tiverem respondendo na Justiça às acusações, perderão imediatamente o foro privilegiado e os processos retornarão à primeira instância. Se depois da renúncia os parlamentares forem reeleitos nas eleições de outubro, os processos vão retornar ao Supremo Tribunal Federal.
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Procuradoria pede indiciamento de mais 27 parlamentares sanguessugas
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GABRIELA GUERREIROda Folha Online, em Brasília
O procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, encaminhou hoje ao STF (Supremo Tribunal Federal) pedidos de abertura de inquérito contra 27 parlamentares envolvidos na máfia das ambulâncias. O STF já havia denunciado 57 parlamentares no início das investigações. Com os novos pedidos, chega a 84 o número de parlamentares que serão indiciados pelo STF.
A CPI dos Sanguessugas apontou o envolvimento de 72 parlamentares nas fraudes para a compra superfaturada de ambulância -- doze deputados e senadores a menos que o total a ser indiciado pelo STF. Todos os parlamentares indiciados exercem mandato, uma vez que
possuem foro privilegiado para serem julgados pelo STF.
O procurador manteve sob sigilo os nomes dos novos parlamentares a serem indiciados pelo Supremo. Ontem, Antonio Fernando de Souza recebeu o relatório parcial aprovado pela CPI na semana passada.
Segundo o procurador, os deputados que renunciarem aos mandatos mas tiverem respondendo na Justiça às acusações, perderão imediatamente o foro privilegiado e os processos retornarão à primeira instância. Se depois da renúncia os parlamentares forem reeleitos nas eleições de outubro, os processos vão retornar ao Supremo Tribunal Federal.
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