18/08/2006
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08h59
Os candidatos ao governo de São Paulo Aloizio Mercadante (PT), Orestes Quércia (PMDB) e José Serra (PSDB) elevaram o tom da campanha na propaganda eleitoral gratuita de rádio desta sexta-feira.
Os apresentadores do programa de Mercadante afirmaram que o petista seria obrigado a interromper suas propostas aos eleitores para falar sobre a entrevista do tucano José Serra ao "SPTV", da TV Globo, nesta semana.
Na ocasião, questionado sobre o péssimo desempenho da escola pública de São Paulo na avaliação federal, o tucano atribuiu o fato à migração. Para Mercadante, as declarações de Serra foram absurdas porque de 1999 a 2004 saíram mais migrantes de São Paulo do que entraram.
"É um absurdo achar que a má qualidade do ensino é culpa do aluno. É como falar que o fracasso da seleção brasileira na Copa é culpa dos torcedores brasileiros", disse a propaganda do petista.
Para Mercadante, os problemas da educação são os 12 anos de PSDB no governo e a ausência de uma política educacional. "São Paulo sempre acolheu os migrantes com muito carinho."
O programa do petista terminou com o depoimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição. Lula disse que Mercadante tem uma competência excepcional e vai alavancar a economia e a justiça social.
Os apresentadores do programa de José Serra abriram a propaganda do tucano afirmando que foi só começar a campanha para começar a baixaria. "Já começaram a inventar um monte de mentira sobre Serra, porque ele está lá em cima nas pesquisas. Mas mentira tem perna curta."
Em seguida, o programa mostrou novamente a trajetória política do tucano e sua vida simples. "Eu devo muito a São Paulo e ao povo de São Paulo. Quero colocar minha experiência a serviço do Estado. Saúde, Educação, segurança pública e empregos serão as prioridades do meu governo", disse Serra.
Já Orestes Quércia criticou o atual governo de São Paulo e falou de segurança pública. "O governo perdeu a autoridade, negociando com o crime organizado. Tem coisas erradíssimas na administração da segurança."
Especial
Leia cobertura completa das eleições 2006
Candidatos ao governo de SP elevam tom em propaganda eleitoral
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da Folha OnlineOs candidatos ao governo de São Paulo Aloizio Mercadante (PT), Orestes Quércia (PMDB) e José Serra (PSDB) elevaram o tom da campanha na propaganda eleitoral gratuita de rádio desta sexta-feira.
Os apresentadores do programa de Mercadante afirmaram que o petista seria obrigado a interromper suas propostas aos eleitores para falar sobre a entrevista do tucano José Serra ao "SPTV", da TV Globo, nesta semana.
Na ocasião, questionado sobre o péssimo desempenho da escola pública de São Paulo na avaliação federal, o tucano atribuiu o fato à migração. Para Mercadante, as declarações de Serra foram absurdas porque de 1999 a 2004 saíram mais migrantes de São Paulo do que entraram.
"É um absurdo achar que a má qualidade do ensino é culpa do aluno. É como falar que o fracasso da seleção brasileira na Copa é culpa dos torcedores brasileiros", disse a propaganda do petista.
Para Mercadante, os problemas da educação são os 12 anos de PSDB no governo e a ausência de uma política educacional. "São Paulo sempre acolheu os migrantes com muito carinho."
O programa do petista terminou com o depoimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição. Lula disse que Mercadante tem uma competência excepcional e vai alavancar a economia e a justiça social.
Os apresentadores do programa de José Serra abriram a propaganda do tucano afirmando que foi só começar a campanha para começar a baixaria. "Já começaram a inventar um monte de mentira sobre Serra, porque ele está lá em cima nas pesquisas. Mas mentira tem perna curta."
Em seguida, o programa mostrou novamente a trajetória política do tucano e sua vida simples. "Eu devo muito a São Paulo e ao povo de São Paulo. Quero colocar minha experiência a serviço do Estado. Saúde, Educação, segurança pública e empregos serão as prioridades do meu governo", disse Serra.
Já Orestes Quércia criticou o atual governo de São Paulo e falou de segurança pública. "O governo perdeu a autoridade, negociando com o crime organizado. Tem coisas erradíssimas na administração da segurança."
Especial

