23/08/2006
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21h17
da Agência Folha, em São José dos Campos
O PSOL decidiu aumentar a carga dos ataques desferidos contra o candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, a partir da próxima semana. A estratégia tem como objetivo aproximar os índices de intenções de voto da senadora Heloísa Helena aos de Alckmin e acirrar a disputa pela segunda posição na corrida eleitoral.
Segundo o coordenador nacional da campanha da senadora, Martiniano Cavalcante, a partir da próxima semana a propaganda eleitoral da senadora irá explorar com mais força "as contradições do PSDB e de Alckmin".
Entre as "contradições", informou Cavalcante, estão a crise na segurança pública em São Paulo, as semelhanças entre a política econômica do PT, no governo Lula, e do PSDB, no governo Fernando Henrique Cardoso, além das CPIs contra a gestão Alckmin barradas na Assembléia Legislativa de São Paulo.
"Nós queremos explorar essas contradições. Como é que o Alckmin diz que vai baixar a taxa de juros se o PSDB tem a paternidade dessa política, o DNA dessa política econômica que privilegia o sistema financeiro?", disse Cavalcante.
Crise
Para o coordenador, a campanha do PSDB passa por uma crise devido ao desempenho de Alckmin e o momento é de "aumentar o nível de polarização" e aproveitar para encostar os índices de apoio de Heloísa Helena aos do candidato tucano.
Na visão dele, se a senadora conseguir se aproximar a ponto de colocar em risco a segunda posição de Alckmin, parte dos votos daqueles que se opõem ao presidente Lula deverá migrar para a candidatura de Heloísa Helena.
"Existe uma disputa concreta de quem pode vencer o Lula. E nós achamos que isso transita na cabeça de muita gente que pretende votar na oposição", disse Cavalcante.
De acordo com ele, num primeiro momento a campanha do PSOL decidiu por concentrar os ataques contra Lula para "definir primeiro o perfil de oposição de maneira clara, demarcar isso no programa de TV".
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PSOL decide aumentar críticas a Geraldo Alckmin
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FÁBIO AMATOda Agência Folha, em São José dos Campos
O PSOL decidiu aumentar a carga dos ataques desferidos contra o candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, a partir da próxima semana. A estratégia tem como objetivo aproximar os índices de intenções de voto da senadora Heloísa Helena aos de Alckmin e acirrar a disputa pela segunda posição na corrida eleitoral.
Segundo o coordenador nacional da campanha da senadora, Martiniano Cavalcante, a partir da próxima semana a propaganda eleitoral da senadora irá explorar com mais força "as contradições do PSDB e de Alckmin".
Entre as "contradições", informou Cavalcante, estão a crise na segurança pública em São Paulo, as semelhanças entre a política econômica do PT, no governo Lula, e do PSDB, no governo Fernando Henrique Cardoso, além das CPIs contra a gestão Alckmin barradas na Assembléia Legislativa de São Paulo.
"Nós queremos explorar essas contradições. Como é que o Alckmin diz que vai baixar a taxa de juros se o PSDB tem a paternidade dessa política, o DNA dessa política econômica que privilegia o sistema financeiro?", disse Cavalcante.
Crise
Para o coordenador, a campanha do PSDB passa por uma crise devido ao desempenho de Alckmin e o momento é de "aumentar o nível de polarização" e aproveitar para encostar os índices de apoio de Heloísa Helena aos do candidato tucano.
Na visão dele, se a senadora conseguir se aproximar a ponto de colocar em risco a segunda posição de Alckmin, parte dos votos daqueles que se opõem ao presidente Lula deverá migrar para a candidatura de Heloísa Helena.
"Existe uma disputa concreta de quem pode vencer o Lula. E nós achamos que isso transita na cabeça de muita gente que pretende votar na oposição", disse Cavalcante.
De acordo com ele, num primeiro momento a campanha do PSOL decidiu por concentrar os ataques contra Lula para "definir primeiro o perfil de oposição de maneira clara, demarcar isso no programa de TV".
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