24/08/2006
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09h19
O Bolsa-Família, principal programa social do governo federal, foi o assunto hoje dos candidatos à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Geraldo Alckmin (PSDB), Cristovam Buarque (PDT) e Heloísa Helena (PSOL) durante o programa eleitoral gratuito no rádio.
No programa, o presidente Lula, candidato à reeleição, afirmou que pretende ampliar e aprofundar o Bolsa-Família. "E vou fazer isso melhorando ao mesmo tempo a educação e a geração de emprego nas área atendidas pelo programa, para que as pessoas não passem toda a vida dependendo desta ajuda."
Lula enfatizou o reconhecimento do programa no exterior. "Em todos os países onde eu ando só tenho ouvido elogios. Para você ter uma idéia, o banco mundial está levando o Bolsa-Família para países como o Egito, Paraguai, Nigéria e África do Sul."
Os apresentadores do programa do candidato do PSDB à presidência da República, Geraldo Alckmin, afirmaram que, se eleito, ele manterá e melhorará os programas em andamento no governo federal, como o Bolsa-Família, além de destacarem realizações como a criação da Renda Cidadã, que destina R$ 60 por mês a milhares de famílias do Estado de São Paulo que ganham um salário mínimo ou menos ao mês.
"Vamos manter o Bolsa-Família, mas nós vamos trabalhar para que as pessoas tenham emprego e renda, para o Brasil crescer e poder melhorar o emprego para a população", afirmou Alckmin, que criticou também a corrupção.
"O brasileiro não pode perder a capacidade de se indignar. Corrupção, desvio de dinheiro, quer dizer menos escolas, menos hospital e menos emprego. Isso está errado. Tem que mudar. O meu jeito é diferente. Seriedade com dinheiro público e oportunidade para todos. Esse é meu compromisso."
O candidato do PDT, Cristovam Buarque, lembrou o Bolsa-Escola, criado por ele, e criticou o Bolsa-Família.
"O Bolsa-Escola, ao mesmo tempo que dava dinheiro à mãe pobre, garantia escola para o filho dela. Era uma bolsa e uma escola. A bolsa ajudava a mãe. A escola mudava a vida do filho. Hoje está faltando escola na Bolsa-Família. A Bolsa-Família não faz subir na vida."
A candidata Heloísa Helena, do PSOL, no seu programa deixou claro que não acabará com o Bolsa-Família.
"Eu não vou acabar com o Bolsa-Família. Eu só quero que esse programa esteja junto com a escola integral, esporte, música, cultura, capacitação profissional e emprego. Vou manter o Bolsa-Família, não para exploração eleitoreira e perversa da pobreza, mas para garantir a dignidade das nossas famílias brasileiras."
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No rádio, Lula, Alckmin, Heloísa e Cristovam abordam o Bolsa-Família
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da Folha OnlineO Bolsa-Família, principal programa social do governo federal, foi o assunto hoje dos candidatos à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Geraldo Alckmin (PSDB), Cristovam Buarque (PDT) e Heloísa Helena (PSOL) durante o programa eleitoral gratuito no rádio.
No programa, o presidente Lula, candidato à reeleição, afirmou que pretende ampliar e aprofundar o Bolsa-Família. "E vou fazer isso melhorando ao mesmo tempo a educação e a geração de emprego nas área atendidas pelo programa, para que as pessoas não passem toda a vida dependendo desta ajuda."
Lula enfatizou o reconhecimento do programa no exterior. "Em todos os países onde eu ando só tenho ouvido elogios. Para você ter uma idéia, o banco mundial está levando o Bolsa-Família para países como o Egito, Paraguai, Nigéria e África do Sul."
Os apresentadores do programa do candidato do PSDB à presidência da República, Geraldo Alckmin, afirmaram que, se eleito, ele manterá e melhorará os programas em andamento no governo federal, como o Bolsa-Família, além de destacarem realizações como a criação da Renda Cidadã, que destina R$ 60 por mês a milhares de famílias do Estado de São Paulo que ganham um salário mínimo ou menos ao mês.
"Vamos manter o Bolsa-Família, mas nós vamos trabalhar para que as pessoas tenham emprego e renda, para o Brasil crescer e poder melhorar o emprego para a população", afirmou Alckmin, que criticou também a corrupção.
"O brasileiro não pode perder a capacidade de se indignar. Corrupção, desvio de dinheiro, quer dizer menos escolas, menos hospital e menos emprego. Isso está errado. Tem que mudar. O meu jeito é diferente. Seriedade com dinheiro público e oportunidade para todos. Esse é meu compromisso."
O candidato do PDT, Cristovam Buarque, lembrou o Bolsa-Escola, criado por ele, e criticou o Bolsa-Família.
"O Bolsa-Escola, ao mesmo tempo que dava dinheiro à mãe pobre, garantia escola para o filho dela. Era uma bolsa e uma escola. A bolsa ajudava a mãe. A escola mudava a vida do filho. Hoje está faltando escola na Bolsa-Família. A Bolsa-Família não faz subir na vida."
A candidata Heloísa Helena, do PSOL, no seu programa deixou claro que não acabará com o Bolsa-Família.
"Eu não vou acabar com o Bolsa-Família. Eu só quero que esse programa esteja junto com a escola integral, esporte, música, cultura, capacitação profissional e emprego. Vou manter o Bolsa-Família, não para exploração eleitoreira e perversa da pobreza, mas para garantir a dignidade das nossas famílias brasileiras."
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