24/08/2006
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20h28
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quinta-feira um entendimento nacional para garantir o desenvolvimento sustentado do país. Para isso, Lula disse que é necessário reduzir a "tensão política".
"Temos que reduzir a tensão política. Temos que dedicar o nosso tempo mais ao que nos une do que ao que nos divide. Só assim podemos estar todos a serviço deste país", disse Lula na reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.
Ele sinalizou que pretende continuar com o trabalho desenvolvido no Planalto. "Meu sonho continua sendo o de continuar contribuindo humildemente para que o Brasil encontre definitivamente o caminho do desenvolvimento sustentável e se transforme numa nação rica e justa."
Mais tarde, o candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, descartou fazer parte deste "entendimento" sugerido pelo petista. "Ele teve quatro anos para fazer isto. Isso é historinha de véspera de eleição", disse ele hoje em Minas Gerais.
Alckmin elevou o tom e disse que o pacto de Lula foi fechado com mensaleiros. "O presidente teve quatro anos para fazer pactos e fez pacto dos mensaleiros. Este foi o pacto do Lula. Eu vou fazer um pacto com o povo brasileiro para moralizar a política, varrer a corrupção, fazer o Brasil crescer, implementar as reformas que precisam ser feitas."
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Lula defende entendimento nacional; Alckmin rejeita pacto com petista
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da Folha OnlineO presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quinta-feira um entendimento nacional para garantir o desenvolvimento sustentado do país. Para isso, Lula disse que é necessário reduzir a "tensão política".
"Temos que reduzir a tensão política. Temos que dedicar o nosso tempo mais ao que nos une do que ao que nos divide. Só assim podemos estar todos a serviço deste país", disse Lula na reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.
Ele sinalizou que pretende continuar com o trabalho desenvolvido no Planalto. "Meu sonho continua sendo o de continuar contribuindo humildemente para que o Brasil encontre definitivamente o caminho do desenvolvimento sustentável e se transforme numa nação rica e justa."
Mais tarde, o candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, descartou fazer parte deste "entendimento" sugerido pelo petista. "Ele teve quatro anos para fazer isto. Isso é historinha de véspera de eleição", disse ele hoje em Minas Gerais.
Alckmin elevou o tom e disse que o pacto de Lula foi fechado com mensaleiros. "O presidente teve quatro anos para fazer pactos e fez pacto dos mensaleiros. Este foi o pacto do Lula. Eu vou fazer um pacto com o povo brasileiro para moralizar a política, varrer a corrupção, fazer o Brasil crescer, implementar as reformas que precisam ser feitas."
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