08/09/2006
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15h12
da Folha Online
O candidato do PSDB ao governo paulista, José Serra, afirmou que Fernando Henrique Cardoso tem "peso" dentro da legenda e que sua opiniões têm "muita importância", mas evitou comentar o contéudo da carta aberta assinada pelo ex-presidente da República, com críticas ao atual titular do Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva.
"O ex-presidente Fernando Henrique é um homem de peso no partido, meu amigo pessoal. Todas as opiniões dele têm muita importância. Agora, eu só posso comentar aquilo que eu li, senão gera mal-entendido", afirmou ele, em campanha por Ribeirão Pires, na Grande São Paulo.
No documento, FHC diz que seu partido errou ao "tapar o sol com a peneira" em relação às acusações de corrupção que envolveram o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG).
Presidente do PSDB até outubro de 2005, Azeredo foi acusado de praticar caixa dois na sua campanha de 1998 com o auxílio do empresário Marcos Valério de Souza, depois envolvido no escândalo do mensalão. Durante a crise do mensalão, tucanos que acusavam o PT de corrupção defendiam Azeredo.
FHC afirmou ainda na carta que faltam "condições morais" para Lula e que o presidente tornou os programas federais de assistência social de "direito do cidadão" em "benesse do papai-presidente".
Serra voltou a negar problemas entre a campanha estadual e a federal, do candidato Geraldo Alckmin, que cancelou a agenda conjunta que os dois fariam em Mauá, também na Grande São Paulo.
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Serra diz que opiniões de FHC têm "muita importância" para PSDB
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FELIPE NEVESda Folha Online
O candidato do PSDB ao governo paulista, José Serra, afirmou que Fernando Henrique Cardoso tem "peso" dentro da legenda e que sua opiniões têm "muita importância", mas evitou comentar o contéudo da carta aberta assinada pelo ex-presidente da República, com críticas ao atual titular do Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva.
"O ex-presidente Fernando Henrique é um homem de peso no partido, meu amigo pessoal. Todas as opiniões dele têm muita importância. Agora, eu só posso comentar aquilo que eu li, senão gera mal-entendido", afirmou ele, em campanha por Ribeirão Pires, na Grande São Paulo.
No documento, FHC diz que seu partido errou ao "tapar o sol com a peneira" em relação às acusações de corrupção que envolveram o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG).
Presidente do PSDB até outubro de 2005, Azeredo foi acusado de praticar caixa dois na sua campanha de 1998 com o auxílio do empresário Marcos Valério de Souza, depois envolvido no escândalo do mensalão. Durante a crise do mensalão, tucanos que acusavam o PT de corrupção defendiam Azeredo.
FHC afirmou ainda na carta que faltam "condições morais" para Lula e que o presidente tornou os programas federais de assistência social de "direito do cidadão" em "benesse do papai-presidente".
Serra voltou a negar problemas entre a campanha estadual e a federal, do candidato Geraldo Alckmin, que cancelou a agenda conjunta que os dois fariam em Mauá, também na Grande São Paulo.
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