29/10/2006
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10h33
da Folha Online
O governador de São Paulo, Cláudio Lembo (PFL), considerou "muito difícil" a vitória do candidato apoiado pelo seu partido à Presidência da República, o tucano Geraldo Alckmin. Lembo chamou ainda o candidato da reeleição e favorito nas pesquisas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de "catapora". "É catapora. [Porque] dá em todo mundo", afirmou o pefelista nesta manhã na entrada do Colégio Santo Américo, onde Alckmin vai votar.
Questionado sobre a possibilidade de virada de Alckmin nas urnas, o governador paulista comentou: "É difícil. Acho muito complexo", acrescentando que o voto em Lula vai refletir uma "divisão social profunda".
"No mundo atual, há uma divisão social profunda. E Lula é um sobrevivente, é aquele que veio do Nordeste, venceu em São Paulo. Portanto, as pessoas o respeitam pelo seu passado."
Lembo descartou a possibilidade de um "terceiro turno" --continuidade de um clima de disputa eleitoral após as eleições. "Que terceiro turno? Amanhã, nós temos de começar a trabalhar. Terceiro turno é coisa de ingênuo", completou o governador.
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Lembo considera muito difícil vitória de Alckmin e compara Lula a "catapora"
EPAMINONDAS NETOda Folha Online
O governador de São Paulo, Cláudio Lembo (PFL), considerou "muito difícil" a vitória do candidato apoiado pelo seu partido à Presidência da República, o tucano Geraldo Alckmin. Lembo chamou ainda o candidato da reeleição e favorito nas pesquisas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de "catapora". "É catapora. [Porque] dá em todo mundo", afirmou o pefelista nesta manhã na entrada do Colégio Santo Américo, onde Alckmin vai votar.
Questionado sobre a possibilidade de virada de Alckmin nas urnas, o governador paulista comentou: "É difícil. Acho muito complexo", acrescentando que o voto em Lula vai refletir uma "divisão social profunda".
"No mundo atual, há uma divisão social profunda. E Lula é um sobrevivente, é aquele que veio do Nordeste, venceu em São Paulo. Portanto, as pessoas o respeitam pelo seu passado."
Lembo descartou a possibilidade de um "terceiro turno" --continuidade de um clima de disputa eleitoral após as eleições. "Que terceiro turno? Amanhã, nós temos de começar a trabalhar. Terceiro turno é coisa de ingênuo", completou o governador.
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