30/10/2006
-
00h08
da Folha Online
Colegas de partido e aliados defenderam que o candidato do PSDB Geraldo Alckmin ganhou "dimensão nacional", após a derrota para o petista Luiz Inácio Lula da Silva. Mesmo auxiliares mais próximos, no entanto, não declararam qual deveria ser o destino político do tucano.
"Eu não incluo nem descarto. É uma coisa absolutamente pessoal", respondeu o coordenador do programa de governo da campanha do PSDB à Presidência, João Carlos Meirelles, quando questionado sobre a possibilidade de Alckmin concorrer à Prefeitura de São Paulo em 2008, uma das hipóteses levantadas.
"Acho que o Geraldo Alckmin sai com um alcance nacional extraordinário. Ele repassou o Brasil inteiro e portanto ele sai com uma disposição permanente, capaz de ajudar o Brasil em qualquer posição", acrescentou.
"O Geraldo afirmou a liderança nacional dele. A agenda que ele defendeu para a campanha é uma agenda para o Brasil", disse o deputado federal eleito José Anibal.
Tucanos compararam a condição de Alckmin a de Serra em 2002, que também foi batido pelo petista Luiz Inácio Lula da Silva, mas saiu da campanha ainda com "poder de fogo" para ser um presidenciável da legenda.
Outra hipótese para o destino político de Alckmin seria ocupar a presidência do PSDB, já que o atual ocupante do cargo, o senador Tasso Jereissati (CE) esgota seu mandato em 2007. "Ele [Alckmin] participa do partido. O nosso escritório é o escritório do PSDB", concluiu Meirelles.
Leia mais
Imprensa internacional destaca reeleição e "renascimento" de Lula
Reeleito, Lula diz que vai priorizar coalizão e reforma política
Lula diz que no 2º mandato vai transformar Brasil em país desenvolvido
Alckmin cumprimenta Lula e diz que "fez o máximo"
Especial
Confira o especial sobre as eleições
Com futuro indefinido, aliados de Alckmin dizem que ele ganhou "dimensão nacional"
EPAMINONDAS NETOda Folha Online
Colegas de partido e aliados defenderam que o candidato do PSDB Geraldo Alckmin ganhou "dimensão nacional", após a derrota para o petista Luiz Inácio Lula da Silva. Mesmo auxiliares mais próximos, no entanto, não declararam qual deveria ser o destino político do tucano.
"Eu não incluo nem descarto. É uma coisa absolutamente pessoal", respondeu o coordenador do programa de governo da campanha do PSDB à Presidência, João Carlos Meirelles, quando questionado sobre a possibilidade de Alckmin concorrer à Prefeitura de São Paulo em 2008, uma das hipóteses levantadas.
"Acho que o Geraldo Alckmin sai com um alcance nacional extraordinário. Ele repassou o Brasil inteiro e portanto ele sai com uma disposição permanente, capaz de ajudar o Brasil em qualquer posição", acrescentou.
"O Geraldo afirmou a liderança nacional dele. A agenda que ele defendeu para a campanha é uma agenda para o Brasil", disse o deputado federal eleito José Anibal.
Tucanos compararam a condição de Alckmin a de Serra em 2002, que também foi batido pelo petista Luiz Inácio Lula da Silva, mas saiu da campanha ainda com "poder de fogo" para ser um presidenciável da legenda.
Outra hipótese para o destino político de Alckmin seria ocupar a presidência do PSDB, já que o atual ocupante do cargo, o senador Tasso Jereissati (CE) esgota seu mandato em 2007. "Ele [Alckmin] participa do partido. O nosso escritório é o escritório do PSDB", concluiu Meirelles.
Leia mais
Especial

