01/11/2006
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12h35
ANA PAULA RIBEIRO
da Folha Online, em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está reunido nesta quarta-feira com a equipe econômica para discutir medidas que garantam o cumprimento da meta de crescimento de 5% do país no próximo ano.
O presidente também quer afinar o discurso da equipe econômica para evitar especulações no mercado. A declaração de vários ministros de que haveria mudanças na política econômica no seu segundo governo provocou oscilações no mercado, o que irritou o presidente. Lula desautorizou o ministro Tarso Genro (Relações Institucionais), que afirmou no domingo que havia acabado a "era Palocci". Lula disse que o crescimento se dará com rigidez fiscal.
Participam do encontro no Palácio do Planalto os ministros Guido Mantega (Fazenda), Dilma Rousseff (Casa Civil) e Paulo Bernardo (Planejamento). Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, também deve participar do encontro, segundo sua assessoria. O crescimento foi uma promessa da campanha de Lula.
Os ministros também devem decidir sobre a prorrogação da CPMF e da DRU (Desvinculação de Receitas da União). A cobrança da CPMF se encerra no próximo ano e a expectativa é que o governo não abra mão desta receita.
Bernardo vem defendendo a redução da contribuição de 0,38% sobre as movimentações financeiras para 0,08% num período de dez a quinze anos. Neste ano a CPMF deve arrecadar R$ 32 bilhões.
Com relação a DRU, a medida que permite ao governo gastar livremente 20% de suas receitas também só tem validade até 2007. A intenção é prorrogá-la.
Especial
Leia cobertura completa das eleições 2006
Presidente se reúne com equipe econômica para "afinar" discurso
ANDREZA MATAISANA PAULA RIBEIRO
da Folha Online, em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está reunido nesta quarta-feira com a equipe econômica para discutir medidas que garantam o cumprimento da meta de crescimento de 5% do país no próximo ano.
O presidente também quer afinar o discurso da equipe econômica para evitar especulações no mercado. A declaração de vários ministros de que haveria mudanças na política econômica no seu segundo governo provocou oscilações no mercado, o que irritou o presidente. Lula desautorizou o ministro Tarso Genro (Relações Institucionais), que afirmou no domingo que havia acabado a "era Palocci". Lula disse que o crescimento se dará com rigidez fiscal.
Participam do encontro no Palácio do Planalto os ministros Guido Mantega (Fazenda), Dilma Rousseff (Casa Civil) e Paulo Bernardo (Planejamento). Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, também deve participar do encontro, segundo sua assessoria. O crescimento foi uma promessa da campanha de Lula.
Os ministros também devem decidir sobre a prorrogação da CPMF e da DRU (Desvinculação de Receitas da União). A cobrança da CPMF se encerra no próximo ano e a expectativa é que o governo não abra mão desta receita.
Bernardo vem defendendo a redução da contribuição de 0,38% sobre as movimentações financeiras para 0,08% num período de dez a quinze anos. Neste ano a CPMF deve arrecadar R$ 32 bilhões.
Com relação a DRU, a medida que permite ao governo gastar livremente 20% de suas receitas também só tem validade até 2007. A intenção é prorrogá-la.
Especial

