21/11/2006
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12h19
O senador Magno Malta (PL-ES) negou as acusações de envolvimento com a máfia dos sanguessugas e reiterou que devolveu um veículo que supostamente seria parte de uma "propina" para se envolver no esquema de fraudes com ambulâncias por meio de emendas parlamentares. O parlamentar está sendo ouvido pelo Conselho de Ética do Senado.
Malta foi acusado pela família de ter recebido uma van Fiat Ducato como parte do pagamento de propina pela apresentação e liberação de uma emenda parlamentar para aquisição de ambulâncias.
Em sua defesa, o senador alega que utilizou o veículo como um empréstimo pessoal do deputado Lino Rossi (PP-MT), versão apoiada pelo parlamentar.
No início de seu depoimento ao Conselho, ele afirmou que emprestou o veículo de Rossi para prestação de serviços religiosos em seu Estado. Ele também insistiu que devolveu o carro ainda em 2005 para o colega parlamentar.
O carro é um dos principais elementos de dúvida do senador Demóstenes Torres (PFL-GO), relator responsável pelo processo do senador do Espírito Santo, que tinha dúvidas sobre o proprietário.
Pelos depoimentos tomados até agora pelo Conselho de Ética, o veículo teria sido objeto de uma transação entre um empresário, o dono de uma factoring e Luiz Antônio Vedoin, bem como Lino Rossi. Houve contradições nos detalhes na operação de compra e venda do veículo.
Com Agência Senado
Especial
Leia o que já foi publicado sobre o senador Magno Malta
Malta nega envolvimento com sanguessugas e diz que devolveu veículo
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da Folha OnlineO senador Magno Malta (PL-ES) negou as acusações de envolvimento com a máfia dos sanguessugas e reiterou que devolveu um veículo que supostamente seria parte de uma "propina" para se envolver no esquema de fraudes com ambulâncias por meio de emendas parlamentares. O parlamentar está sendo ouvido pelo Conselho de Ética do Senado.
Malta foi acusado pela família de ter recebido uma van Fiat Ducato como parte do pagamento de propina pela apresentação e liberação de uma emenda parlamentar para aquisição de ambulâncias.
Em sua defesa, o senador alega que utilizou o veículo como um empréstimo pessoal do deputado Lino Rossi (PP-MT), versão apoiada pelo parlamentar.
No início de seu depoimento ao Conselho, ele afirmou que emprestou o veículo de Rossi para prestação de serviços religiosos em seu Estado. Ele também insistiu que devolveu o carro ainda em 2005 para o colega parlamentar.
O carro é um dos principais elementos de dúvida do senador Demóstenes Torres (PFL-GO), relator responsável pelo processo do senador do Espírito Santo, que tinha dúvidas sobre o proprietário.
Pelos depoimentos tomados até agora pelo Conselho de Ética, o veículo teria sido objeto de uma transação entre um empresário, o dono de uma factoring e Luiz Antônio Vedoin, bem como Lino Rossi. Houve contradições nos detalhes na operação de compra e venda do veículo.
Com Agência Senado
Especial

