22/11/2006
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12h30
da Folha Online, em Brasília
Se insistir na tese de formar um conselho político com seus antecessores, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ter a companhia apenas do ex-presidente Fernando Collor de Mello e do senador José Sarney (PMDB-AP). Assim como Fernando Henrique Cardoso, o ex-presidente Itamar Franco também já disse a interlocutores que não pretende dialogar com o petista.
Segundo apurou a Folha Online, o ex-presidente afirmou a pessoas próximas que só vai se manifestar oficialmente se houver um convite formal do presidente Lula. A cautela é para evitar que Lula recue de sua proposta de ouvir os ex-presidentes e acuse Itamar se estar recusando um convite que sequer foi feito.
Embora considere legítima a tese de um conselho político entre os ex-presidentes, Itamar tem afirmado que não acredita na sinceridade da proposta.
A avaliação do ex-presidente, segundo interlocutores, é que Lula pode colocar seus antecessores no "papel ridículo" de participar de um conselho que não dará em nada, no caso de querer que se fale apenas o que ele quer ouvir.
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ANDREZA MATAISda Folha Online, em Brasília
Se insistir na tese de formar um conselho político com seus antecessores, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ter a companhia apenas do ex-presidente Fernando Collor de Mello e do senador José Sarney (PMDB-AP). Assim como Fernando Henrique Cardoso, o ex-presidente Itamar Franco também já disse a interlocutores que não pretende dialogar com o petista.
Segundo apurou a Folha Online, o ex-presidente afirmou a pessoas próximas que só vai se manifestar oficialmente se houver um convite formal do presidente Lula. A cautela é para evitar que Lula recue de sua proposta de ouvir os ex-presidentes e acuse Itamar se estar recusando um convite que sequer foi feito.
Embora considere legítima a tese de um conselho político entre os ex-presidentes, Itamar tem afirmado que não acredita na sinceridade da proposta.
A avaliação do ex-presidente, segundo interlocutores, é que Lula pode colocar seus antecessores no "papel ridículo" de participar de um conselho que não dará em nada, no caso de querer que se fale apenas o que ele quer ouvir.
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