23/11/2006
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11h53
A Polícia Federal prendeu 27 pessoas na manhã desta quinta-feira durante a Operação Kayabi, que tem o objetivo de reprimir crimes ambientais em terras indígenas. A operação ainda está em andamento e a PF não informou o total de mandados de prisão para evitar a fuga de suspeitos.
Cerca de 100 policiais federais cumprem 34 mandados de busca e apreensão. As ações da PF acontecem em Cuiabá e cidades próximas das terras indígenas e nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Sergipe.
Entre os crimes indígenas que estariam ocorrendo nas terras indígenas Kayabi, Munduruku e Apiaká estão a destruição de florestas de preservação permanente e nativa, extração ilegal de madeira, além de grilagem de terras públicas.
Entre os presos, segundo a PF, estão fazendeiros, grileiros e dois funcionários públicos. A PF informou que as terras indígenas estavam sendo exploradas de forma criminosa por essas pessoas.
Os presos serão indiciados pelos crimes de invasão com intenção de ocupar terras da União, destruição ou danificação de floresta considerada de preservação permanente, funcionamento sem autorização de estabelecimentos, obras ou serviços potencialmente poluidores, e, em alguns casos, por falsidade ideológica.
As terras --com superfície aproximada de 1.053.000 hectares-- foram determinadas indígenas em outubro de 2002 por portaria do Ministério da Justiça.
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Leia o que já foi publicado sobre criemes ambientais
PF prende 27 por crime ambiental em terras indígenas em MT
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da Folha OnlineA Polícia Federal prendeu 27 pessoas na manhã desta quinta-feira durante a Operação Kayabi, que tem o objetivo de reprimir crimes ambientais em terras indígenas. A operação ainda está em andamento e a PF não informou o total de mandados de prisão para evitar a fuga de suspeitos.
Cerca de 100 policiais federais cumprem 34 mandados de busca e apreensão. As ações da PF acontecem em Cuiabá e cidades próximas das terras indígenas e nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Sergipe.
Entre os crimes indígenas que estariam ocorrendo nas terras indígenas Kayabi, Munduruku e Apiaká estão a destruição de florestas de preservação permanente e nativa, extração ilegal de madeira, além de grilagem de terras públicas.
Entre os presos, segundo a PF, estão fazendeiros, grileiros e dois funcionários públicos. A PF informou que as terras indígenas estavam sendo exploradas de forma criminosa por essas pessoas.
Os presos serão indiciados pelos crimes de invasão com intenção de ocupar terras da União, destruição ou danificação de floresta considerada de preservação permanente, funcionamento sem autorização de estabelecimentos, obras ou serviços potencialmente poluidores, e, em alguns casos, por falsidade ideológica.
As terras --com superfície aproximada de 1.053.000 hectares-- foram determinadas indígenas em outubro de 2002 por portaria do Ministério da Justiça.
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