23/12/2006
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10h54
O vice-governador eleito de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB-SP), e o futuro secretário da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira, defenderam o reajuste dos salários dos secretários estaduais e a criação de secretarias no governo estadual.
Por decisão da Assembléia Legislativa, os salários dos secretários vão subir de R$ 6.262 para R$ 11.885, uma alta de 90%.
"É o mínimo que se pode pagar a um secretário de Estado para exercer essa função, que é de extrema responsabilidade. Para qualquer executivo de empresa, o valor anterior era absolutamente incompatível", disse Goldman.
O vice-governador disse que o salário era um dos principais empecilhos para ocupar os cargos. "De cada dez consultas que fiz, nove foram recusadas, e o salário era um dos problemas", disse o deputado.
Aloysio Ferreira afirmou que os gastos do governo com as novas secretarias serão "ínfimos", porque o governo vai seguir uma emenda aprovada também na Assembléia que prevê o corte do mesmo número de cargos (147) em outras áreas do governo estadual.
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Leia o que já foi publicado sobre reajuste salarial
"É o mínimo que se pode pagar", diz vice sobre reajuste a secretários em SP
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da Folha de S.PauloO vice-governador eleito de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB-SP), e o futuro secretário da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira, defenderam o reajuste dos salários dos secretários estaduais e a criação de secretarias no governo estadual.
Por decisão da Assembléia Legislativa, os salários dos secretários vão subir de R$ 6.262 para R$ 11.885, uma alta de 90%.
"É o mínimo que se pode pagar a um secretário de Estado para exercer essa função, que é de extrema responsabilidade. Para qualquer executivo de empresa, o valor anterior era absolutamente incompatível", disse Goldman.
O vice-governador disse que o salário era um dos principais empecilhos para ocupar os cargos. "De cada dez consultas que fiz, nove foram recusadas, e o salário era um dos problemas", disse o deputado.
Aloysio Ferreira afirmou que os gastos do governo com as novas secretarias serão "ínfimos", porque o governo vai seguir uma emenda aprovada também na Assembléia que prevê o corte do mesmo número de cargos (147) em outras áreas do governo estadual.
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