01/01/2007
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18h28
da Folha Online, em Brasília
O líder da oposição na Câmara, deputado José Carlos Aleluia (PFL-BA), considerou "frustrante" o discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Congresso. Segundo ele, o discurso "vazio, reafirma que o governo não é capaz de apresentar propostas".
Ministros e aliados do governo rebateram as críticas. Para Paulo Bernardo (Planejamento), a oposição precisa abrir mão dos chavões em 2007 e colaborar mais com o país.
No discurso, o presidente destacou que suas prioridades para o segundo governo serão o crescimento econômico e uma educação de qualidade e convocou a oposição para o diálogo. O presidente, no entanto, não falou na meta de crescimento de 5% para o próximo ano, prometida na campanha, nem quais são as propostas para fazer o país crescer e melhorar o sistema de ensino.
"O presidente disse o óbvio, que o país precisa ser destravado para o crescimento, mas não foi capaz de falar das reformas.O Renan [Calheiros, presidente do Senado] colocou, em três, quatro minutos, mais conteúdo. [O discurso do presidente] foi frustrante e mentiroso porque ele disse que a oposição é contra o Bolsa Família e foi a oposição quem criou o programa", afirmou.
O ministro Paulo Bernardo disse que as críticas são naturais "porque a oposição foi eleita para fazer oposição", mas ressaltou que espera que a relação entre os dois lados melhore nos próximos anos. "Esperamos que eles consigam superar esses chavões e responder ao desafio do presidente de ver aonde podemos nos aproximar para trabalhar", disse.
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Oposição diz que discurso de Lula foi frustrante
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ANDREZA MATAISda Folha Online, em Brasília
O líder da oposição na Câmara, deputado José Carlos Aleluia (PFL-BA), considerou "frustrante" o discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Congresso. Segundo ele, o discurso "vazio, reafirma que o governo não é capaz de apresentar propostas".
Ministros e aliados do governo rebateram as críticas. Para Paulo Bernardo (Planejamento), a oposição precisa abrir mão dos chavões em 2007 e colaborar mais com o país.
No discurso, o presidente destacou que suas prioridades para o segundo governo serão o crescimento econômico e uma educação de qualidade e convocou a oposição para o diálogo. O presidente, no entanto, não falou na meta de crescimento de 5% para o próximo ano, prometida na campanha, nem quais são as propostas para fazer o país crescer e melhorar o sistema de ensino.
"O presidente disse o óbvio, que o país precisa ser destravado para o crescimento, mas não foi capaz de falar das reformas.O Renan [Calheiros, presidente do Senado] colocou, em três, quatro minutos, mais conteúdo. [O discurso do presidente] foi frustrante e mentiroso porque ele disse que a oposição é contra o Bolsa Família e foi a oposição quem criou o programa", afirmou.
O ministro Paulo Bernardo disse que as críticas são naturais "porque a oposição foi eleita para fazer oposição", mas ressaltou que espera que a relação entre os dois lados melhore nos próximos anos. "Esperamos que eles consigam superar esses chavões e responder ao desafio do presidente de ver aonde podemos nos aproximar para trabalhar", disse.
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